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Paulo de Deus

Um ano da tragédia com o time da Chapecoense

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Parece que foi ontem, nem da para acreditar que a exato um ano atrás acordava com a noticia da pior tragédia esportiva da história, o avião que transportava o time da chapecoense havia caído matando 71 pessoas, com isso a tristeza e a solidariedade dominaram o mundo em prol da nossa querida Chape.

 

Seria a chance do primeiro título internacional do clube montado, bancado e organizado pelas empresas do Oeste catarinense, a 550 quilômetros de Florianópolis.

 

Desde o terrível acidente, comoção do mundo esportivo. Foi devastador. A solidariedade foi mundial. "Força Chape!" dominou o planeta. O velório, o enterro. A solidariedade dos colombianos, do Atlético Nacional, abrindo mão do título da Copa Sul-Americana, foram gestos inesquecíveis.

Vieram o amistoso entre Brasil e Colômbia, as partidas contra Barcelona, Roma. Visita ao Papa. Derrotas aplaudidas pelos adversários nas decisões da Copa Suruga e da Recopa.

 

A reconstrução do clube foi algo espetacular. Mostrou a força da organização, da gestão empresarial. Não se materializou a contribuição que os clubes brasileiros juraram fazer, diante da comoção da queda do avião. Os 19 rivais do Campeonato Brasileiro não cederam dois jogadores gratuitamente aos catarinenses. Muitos tentaram empurrar seus atletas mais fracos e com altos salários.

 

O planejamento sério, em meio ao luto, já foi responsável pela conquista do Campeonato Catarinense em 2017. Um feito incrível. E que só foi capaz de virar realidade pela organização, pelo dinheiro das indústrias do Oeste do estado, e também pelo apoio incondicional da população da próspera cidade de 250 mil habitantes. Depois, o feito de atingir 51 pontos, ficar em nono no Brasileiro, deixar 11 equipes atrás, faltando apenas uma rodada. A certeza de que nem a tragédia levou o time de volta à Segunda Divisão.

 

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Justamente um ano após a cidade e a torcida fazerem o funeral dos seus queridos jogadores, a "Nova Chape" conquista um feito épico, classificar o time para a libertadores 2018.

 

O trabalho de reconstrução foi invejável.

 

"Retomamos um caminho que a Chape já tinha.

"Se tem uma coisa que me deixa feliz, é que conseguimos manter a dignidade que a Chape sempre teve e já começa quando diz: "Não quero imunidade na Série A". E eu nem estava aqui. Sempre nos posicionamos, mesmo quando ficamos antipáticos.

"Não fizemos o papel de bom moço. Fizemos o que achamos devia ser feito.

"Pecamos por ação, não por omissão.

"Conquistamos o respeito desportivo.

"Não há coitadismo aqui", repetiu o executivo de futebol Rui Costa, em várias entrevistas.

 

Exatamente isso.

Não houve coitadismo mesmo.

Só trabalho sério e competente.

 

Por isso, as lágrimas de tristeza viraram de alegria.

Um ano depois da pior tragédia do esporte mundial, a Chapecoense renasceu e está na Libertadores.

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Leia a matéria completa aqui:

http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/chapecoense-na-libertadores-de-2018-humilhacao-para-sao-paulo-botafogo-fluminense-atletico-04122017/

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