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Breno Rodrigues

Da válvula ao 3D: os 60 anos da TV no Brasil

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Os equipamentos, a transmissão e a forma de ver televisão já passaram por muitas modificações e prometem surpreender ainda mais nos próximos anos

Há exatos 60 anos, em 18 de setembro de 1950, era dado o pontapé inicial nas transmissões de TV no Brasil. Acostumados que estamos hoje com as telas finas, com as imagens em alta definição, com o conforto do controle remoto e com a facilidade de poder assistir a qualquer programa, em qualquer horário, com apenas um clique, acabamos esquecendo como era ver TV até pouco tempo atrás. Talvez muita gente já não lembre mais que um dia a televisão transmitiu imagens somente em preto e branco, dos aparelhos de 50 polegadas que ocupavam boa parte da sala, dos frequentes chuviscos na imagem e da relação fraterna entre a esponja de aço e a antena de TV.

Os equipamentos, a transmissão e a forma de ver televisão já passaram por muitas modificações e prometem surpreender ainda mais nos próximos anos. Alta definição, interatividade, imagens em 3D e mobilidade são algumas das inovações que começam a fazer parte da rotina do telespectador brasileiro. Conheça as principais inovações tecnológicas pelas quais a TV passou nessas suas seis décadas de Brasil e as apostas da indústria para o futuro.

Anos 50: o fascínio das primeiras imagens

Foi com aparelhos grandes e pesados, geralmente envolvidos em madeira de lei, que os brasileiros viram um programa de TV pela primeira vez em 1950. Quem liga hoje um equipamento em cores com controle remoto não faz ideia de que, nessa época, era preciso esperar até 30 segundos depois de girar o botão para a TV ligar. Os filamentos das válvulas precisavam esquentar para assistir aos programas em tons de cinza e, à medida que elas iam envelhecendo, a imagem se tornava cada vez mais difusa. Fora isso, a falta de definição era um problema por causa da forma do tubo de imagem: muito comprido, permitia o desvio de alguns feixes de luz no caminho até a projeção na tela. A primeira inovação veio em 1956, com a substituição do fósforo que revestia o tubo por alumínio, garantindo mais brilho à imagem.

Poucas e privilegiadas famílias paulistanas testemunharam o nascimento da televisão no Brasil. Nessa época, os televisores importados custavam quase o preço de um automóvel. Um ano depois da primeira transmissão, a Semp Rádio e Televisão, hoje Semp Toshiba, fabricou a primeira televisão no País: um aparelho preto e branco de 21 polegadas. Durante os primeiros tempos, as vendas dobraram de ano para ano até atingirem a marca de 85 mil unidades, em 1957, e 200 mil, em 1960. Hoje, 10 milhões de TVs são vendidas anualmente.

Anos 60: transmissão em rede

Enquanto o mundo já começava a ver TV em cores, as transmissões melhoravam em preto e branco no Brasil. A indústria nacional já produzia aparelhos de 11, 13, 19, 21 e 23 polegadas, e as emissoras começavam a usar o recurso de videoteipe, que permitiu a edição de programas televisivos, melhorando o acabamento e possibilitando levá-los quase que simultaneamente para outros lugares sem a necessidade de instalação de transmissores.

A evolução tecnológica deixou também na lembrança a época em que as primeiras emissoras de televisão - que funcionavam a válvula, com antenas modestas e sinais fracos - começaram a se instalar no País. A realidade de ter de morar perto delas para ter uma imagem sem chuviscos e interferências deu lugar a um moderno sistema de micro-ondas, que permitiu a transmissão de programas em rede nacional.

Anos 70: o Brasil em cores

Os anos 70 foram marcados pela largada da TV em cores. Já em 1970, um seleto grupo de telespectadores pôde ver o Brasil ser tricampeão do mundo em verde-amarelo, através de uma transmissão experimental feita pela Embratel, enquanto a maior parte da população seguiu comemorando em preto e branco. A transmissão da Copa do Mundo foi uma das principais responsáveis pela popularização da TV no País, chegando ocupar espaço em 27% das residências brasileiras. Foi só em 1972 que a televisão em cores foi oficialmente lançada, com a transmissão da Festa da Uva, em Caxias do Sul, na

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gaúcha, pela TV Difusora.

Resolvido o problema de dar cor às imagens, o desafio era aumentar o tamanho da tela. O problema era que, para aumentar sua largura, era preciso fabricar um tubo sempre maior. Televisores de 40 ou 50 polegadas eram enormes e custavam muito caro, além de ocuparem muito espaço em salas de tamanho convencional. Esses formatos não resistiram à onda de compactação que viria anos à frente.

Anos 80: do controle remoto ao videocassete

Depois de ficar colorida e com melhor resolução, a partir dos anos 80 a televisão apenas passou por uma fase de aprimoramento, já que novas emissoras surgiram e mais satélites para a transmissão foram lançados. Com o aumento do número de emissoras, o controle remoto foi a solução para a troca de canais sem precisar levantar do sofá. Mesmo que desde a década de 50 alguns modelos de televisores já trouxessem o equipamento, foi somente nesse momento que ele começou a ter a cara que conhecemos hoje. O controle remoto, que já foi ligado por um fio à televisão e usou a técnica do ultra-som para perder o cabo, chegou ao infravermelho na década de 80, tecnologia que usamos até hoje.

Foi nessa década também que o brasileiro iniciou uma corrida a vídeo-locadoras e uma nova forma de ver TV. A popularização do videocassete permitiu gravar, retroceder, avançar, ver e rever um programa, um filme, um videoclipe ou o que pudesse ser registrado em uma fita VHS. No final dos anos 80 começaram também a aparecer televisores que permitiam o congelamento da imagem e com a tecnologia Picture in Picture, que permite visualizar mais de um canal na mesma tela.

Anos 90: Mais canais e mais definição

A partir da década de 90, novos aparelhos foram surgindo ano a ano e os modelos com som estéreo e tela plana já estavam disponíveis desde o fim dos anos 80. O investimento em telas com resolução cada vez maior virou a bola da vez. Mal foram lançados os equipamentos de grandes dimensões, como os televisores de projeção de até 52 polegadas, a indústria deu um salto. Esse salto tecnológico nos últimos 20 anos iniciou com o desenvolvimento da TV de plasma, um tipo de gás que forma as imagens. Quando esse televisor foi lançado, um aparelho chegava a custar R$ 50 mil. Paralelamente a isso, o LCD, tela de cristal líquido, que já frequentava monitores de computador, calculadoras e palm tops, foi embarcado na TV com muito sucesso. Mas essas TVs mais finas, mais leves e mais bonitas eram privilégio de poucos. Com o rápido avanço na tecnologia e o aumento da produção, esse preço foi sendo reduzido e se tornando acessível somente no nos anos 2000.

Aliado a isso, os brasileiros foram novamente se acostumando a ver TV de um jeito diferente. No começo da década, a tecnologia da TV por assinatura permitiu o acesso a mais opções de canais - para quem pudesse pagar por isso. No fim dos anos 90, as pessoas foram se acostumando a trocar os velhos VHS pelos DVDs, que trouxeram maior capacidade de armazenamento e uma qualidade superior de som e imagem. Alguns anos mais tarde, surgiram os home theater, que trouxeram uma experiência de cinema em casa, com a possibilidade de transmissão de áudio em diversos canais.

Anos 2000: TV em novas plataformas

As TVs de plasma e LCD foram se tornando cada vez mais acessíveis e estão hoje entre os eletrônicos mais vendidos no Brasil. Entretanto, esses equipamentos são agora acompanhados pela última inovação, as TVs de LED, que reproduzem imagens com excelente qualidade e um design ultrafino. Com a disseminação dessas TVs de tela plana, veio também o lançamento da tão esperada TV Digital, um marco na história da televisão no País e já disponível na maioria dos estados brasileiros. Com a conexão do conversor digital, que pode ser adquirido separadamente ou já estar integrado aos novos aparelhos, o telespectador tem acesso a uma imagem em alta definição de imagem e som e sem nenhum chuvisco.

As plataformas das novas tecnologias foram ampliadas. Dá para assistir à TV no celular, no computador ou via internet. Recentemente, tecnologias que permitem que o usuário assista a filmes postados no You Tube, por exemplo, foram embarcadas dentro da televisão. A instalação de placas e HDs que tornam a TV praticamente um híbrido TV/Computador a torna viável para rodar muitos aplicativos. Ou seja, a diversidade de aparelhos é imensa, cada vez com mais recursos. A cada avanço tecnológico, as imagens ficam mais nítidas, as telas maiores e o design mais fino. Como a velocidade da evolução dos televisores se supera a cada ano, já se fala muito sobre a próxima febre no segmento, que é a tecnologia 3D, já transmitida por algumas emissoras brasileiras e acessível em outras mídias, como DVDs e blue rays, e que promete colocar o telespectador dentro da cena.

E daqui pra frente?

Algumas coisas provavelmente não irão mudar, como a paixão que o brasileiro tem pela televisão. Mas o futuro da TV, em um momento em que só se fala em alta definição, está um tanto indefinido. O ritmo de inovação dos aparelhos é frenético, porém a captação, a edição e a transmissão de imagens nos novos formatos digital, HD e 3D ainda é restrita. Mas isso tende a mudar.

O desenvolvimento da interatividade na televisão é uma das apostas. O aprimoramento do Ginga, que gerenciará essa função na televisão digital do Brasil, vai mudar a forma de ver e de se relacionar com a TV. Imagine efetuar serviços bancários, compras pela TV, envio de opiniões aos programas em tempo real, tudo isso apenas pelo controle remoto. "O Ginga pode colocar o televisor mais próximo do telespectador, que poderá interagir, mandar recados e receber informações das emissoras. Essa tecnologia vai tornar a TV um outro elemento de consumo, de riqueza de informações. E essa amplitude de atuação ainda não está definida", afirma o vice-presidente de Marketing e Vendas da Semp Toshiba, Caio Ortiz.

A televisão em 3D, que mal começou a ser implantada, também segue em aprimoramento. Hoje o olho humano é que tem que se adaptar à tecnologia, com o uso de óculos especiais para receber o efeito em três dimensões, mas isso pode mudar no futuro. "A indústria já trabalha na análise do olho humano para descobrir como o cérebro reage a essas imagens. Se o sistema se aperfeiçoa ao olho humano, e não ao contrário, dispensamos o uso do óculos", diz o executivo da Semp Toshiba.

E se a mobilidade já está tão presente hoje com a transmissão da TV Digital em minitelevisores, celulares e notebooks, isso pode mudar drasticamente, e para melhor, com o desenvolvimento da tecnologia OLED, que promete telas planas muito mais finas, leves e baratas que as atuais telas de LCD ou LED. É um produto que teria a capacidade de ter todos os circuitos em uma folha de papel. Já dá para imaginar a possibilidade de carregar uma TV enrolada embaixo do braço.

Depois de tudo que já mudou nesses 60 anos de televisão no Brasil, os avanços prometem ser ainda mais empolgantes, e em pouco tempo. "A tecnologia nessa área deve avançar 50 anos em cinco", afirma Ortiz

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