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Thomas Martins

Nova tecnologia promete câmeras 4 vezes mais potentes

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Pessoas que tiram fotos com o celular podem em breve ter câmeras muito melhores em seus telefones, graças a uma tecnologia conhecida como pontos quânticos. A InVisage Technologies, sediada em Menlo Park, Califórnia, passou mais de três anos tentando construir um filme exclusivo que reveste os sensores de imagem usados em câmeras de celular e permite que eles capturem mais luz. O filme é um raro uso comercial de um material semicondutor exótico chamado ponto quântico.

Jess Lee, chefe-executivo da InVisage, disse que os testes de laboratório da companhia haviam lhe convencido de que, dentro de dois anos, as companhias de celular poderão oferecer câmeras com desempenho cerca de quatro vezes melhor do que o das câmeras de hoje, particularmente em baixa luminosidade.

Os sensores de imagem nas câmeras de celular usam silício para capturar luz, que é então processada para criar uma foto. Companhias que fabricam esses sensores têm encontrado problemas para reduzir e ajustar o interior desses aparelhos com o intuito de fazê-los absorver mais luz.

As limitações das câmeras baseadas nessa tecnologia muitas vezes aparecem quando as pessoas tentam tirar fotos em locais com baixa luminosidade, resultando numa imagem embaçada.

"Com as técnicas atuais, é possível ter uma tecnologia 10% melhor daqui a dois anos¿, Lee disse. "As grandes empresas atingiram um obstáculo, e vai ficar cada vez mais difícil e caro superá-lo".

Ao invés de tentar aprimorar a tecnologia de silício, a InVisage recorreu aos pontos quânticos para construir o que chama de Filme Quântico, uma camada de material semicondutor que absorve luz melhor do que o silício, disse Lee.

Pesquisadores passaram anos trabalhando nos pontos quânticos com pouco sucesso. Eles são essencialmente partículas semicondutoras do tamanho aproximado de um nanômetro, ou um bilionésimo de metro. Os cientistas desejam controlar as propriedades físicas dos pontos quânticos para poder manipular seu comportamento.

Normalmente, pesquisadores precisam construir pontos quânticos com materiais exóticos e têm dificuldade de controlar suas propriedades de uma maneira que possa ser reproduzida.

Morry Marshall, vice-presidente de tecnologias estratégicas da consultoria de chips Semico Research, afirma que se a InVisage descobrisse como usar os pontos quânticos de maneira efetiva, isso significaria um grande avanço no desempenho das câmeras. "Não conheço nenhuma tecnologia atual que sequer chegue perto disso", Marshall disse. Lee se recusou a revelar quais materiais a InVisage usou para construir seu ponto, dizendo que era a receita secreta da companhia.

No entanto, ele mostrou frascos com pontos quânticos suspensos num líquido. O líquido é espalhado sobre a camada superior de um sensor de imagem. Lee espera que fabricantes de chips de sensor de imagem possam usar o filme sem precisar realizar mudanças substanciais em seu equipamento atual.

Ao invés de licenciar o filme para companhias como Sony, Toshiba ou Aptina, a InVisage planeja fabricar seus próprios sensores e vendê-los diretamente às companhias de celular.

"Esperamos começar a produção daqui a 18 meses", Lee disse. Com essa tecnologia, a câmera de três megapixels atual do Apple iPhone poderia se transformar numa câmera de 12 megapixels que funciona melhor em condições de luminosidade variadas, segundo Lee.

Ken Salsman, diretor de novas tecnologias da Aptina, uma importante fabricante de sensores de imagem para celular, reconheceu que é difícil aprimorar sensores baseados em silício. Mas ele disse que a Aptina havia conseguido melhorar sua tecnologia através de técnicas novas, e que a InVisage poderia "ter uma surpresa bem desagradável".

Mesmo assim, Salsman elogiou a InVisage por tentar algo novo em seu setor. "Estou muito entusiasmado para ver o que eles têm", disse. "Conseguir uma mudança real em desempenho nunca prejudicou o setor".

Fonte:Terra

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