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Marcio Wolfart

Quanto tempo dura um Smartphone

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Quanto tempo deve durar o seu smartphone?

A impressão que temos é que a tecnologia tem andando rápido demais. Mas será que a evolução humana evolui na mesma velocidade? Os consumidores estão achando cada vez mais difícil se manter atualizados em relação às constante mudanças de mercado, avanços tenológicos e sem falar nos lançamentos de aparelhos móveis.

São tantos aparelhos sendo lançados que fica difícil saber qual comprar ou qual o melhor momento para torcar de aparelho. E com tantas novidades e inovações no mercado os aparelhos parecem ficar defasados mais rapidamente. A indústria impõe e os fabricantes precisam que consumidores continuem comprando seus aparelhos.

Mas será que os aparelhos de smartphone têm mesmo um prazo de validade? E qual seria o melhor momento para comprar ou trocar de aparelho?

Tome como exemplo o ciclo bianual da Apple, que ao contrário de fabricantes como a Samsung que costuma lançar uma enorme variedade de aparelhos todos os anos, a companhia da maçã limita-se ao lançamento de apenas um modelo de iPhone ao ano.

Alguns podem até achar que seja uma estratégia ruim diante da concorrência e enorme demanda de mercado por novos aparelhos, mas parece funcionar muito bem para a Apple que possui consumidores fiéis, que não costumam trocar seus aparelhos por nenhum outro no mercado.

Ao criar este ciclo anual, a Apple mantém seus consumidores ligados às novidades, e suas mudanças de tecnologia são sempre gradativas e não muito drásticas. O simples fato de que a Apple possui o seu próprio SO também contribui para o sucesso desta estratégia, pois sem concorrência com outras empresas, a companhia consegue forçar desenvolvedores a não criarem softwares muito exclusivos.

Com isso, pode-se dizer que um iPhone é feito para durar dois anos, visto que os aplicativos são geralmente criados para que possam rodar em várias versões do smartphone. Um bom exemplo disso está na AppStore, que só começou a receber jogos que exigem os processadores dual-core agora, poucos meses antes da chegada do iPhone 5.

Por outro lado, aqui no Brasil, operadoras ainda oferecem a versão 3GS do iPhone, de 2009, que já é considerada bastante defasada já não garante bom desempenho para os jogos que estão sendo desenvolvidos. Ao passo que o iPhone 4, ainda há um espaço de tempo para suprir as necessidades dos consumidores, mas não deve durar muito, pois o o iPhone 4S já está disponível no mercado, e o iPhone 5 já está no caminho.

Já em relação ao Android o caso é bem diferente. O sistema permite uma maior variedade de preços e aparelhos, dependendo do modelo e do fabricante. Os preços variam, mas as funcionalidades e recursos de cada aparelho também. As lojas, em todo o Brasil, ainda oferecem aparelhos com versões defasadas do sistema operacional, como o Android 1.6, por exemplo.

Estes modelos funcionam bem para as funções básicas, porém, a maioria dos aplicativos desenvolvidos hoje não são compatíveis com estas versões mais antigas. Portanto, se você tem um aparelho com sitema mais antigo, ou pretende comprar, saiba que não irá durar muito tempo, à não ser que seja usado somente para ligações e mensagens.

Outro detalhe importante, em relação ao Android, é a questão das disponibilizações de atualizações. Cada vez que o Android ganha uma nova versão, é necessário que as fabricantes liberem os arquivos de atualização para os consumidores, o mais rápido possível, mas não é o que acontece. Até porque, como o sistema é aberto, cada fabricante possui a sua personalização do sistema gerando um atraso na liberação, e por não haver lucros envolvidos.

Ainda há casos em que algumas fabricantes decidem não liberar as atualizações, devido ao hardware dos aparelhos que não seria capaz de rodar um sistema atualizado na sua configuração original, no caso dos aparelhos mais antigos. Isto acaba forçando consumidores a continuar com as versões antigas ou então a comprar novos aparelhos.

O Android pode ser comparado aos computadores mais potentes, por haver um grande número de empresas envolvidas, o consumidor não consegue passar mais de seis meses com um aparelho, pois há sempre uma melhor oferta à caminho. Por outro lado, é possível manter o aparelho por um ano sem precisar trocá-lo, desde que você não seja muito exigente.

Já o caso do Windows Phone 7 é mais complicado, e bastante peculiar, pois chegou ao mercado atrasado, muito depois que o Android e o iOS já estavam consolidados. Por essa razão, a Microsoft está tendo que que suar a camisa para conseguir parcerias para lançar uma boa variedade de aparelhos e atrair possíveis consumidores.

Algumas fabricantes já afirmaram apostar no novo sistema operacional, e analistas já tiveram boas impressões, mas até o seu lançamento não se sabe ao certo. Se analisarmos os principais aparelhos existentes no mercado que operam o sistema da Microsoft, realmente não há qualquer reclamação. Mas, é verdade que em termos de número de aplicativos não há comparação ao Android, e muito menos à App Store da Apple.

A Microsoft também promete uma série de novos recursos para os novos aparelhos com o Windows Phone 8, incluindo suporte a processadores de múltiplos núcleos. Com isso, os aparelhos lançados até o momento ficarão muito defasados e, certamente, não suportarão os apps a serem lançados daqui para frente.

A Nokia é uma das fabricantes que já declarou estar investindo pesado no sistema da Microsoft. A empresa finlandesa sempre foi reconhecida pela alta qualidade de seus aparelhos, sendo também elogiada por seus dispositivos Windows Phone até o momento, e após a chegada da nova versão em outubro, espera-se que algo de extraordinário seja mostrado, já que a companhia também luta para continuar na competição.

Um aparelho Windows Phone atualmente pode durar no máximo um ano, principalmente pelo fato de poder suportar os novos apps e não poder suportar muitos recursos e habilidades.

Todo mundo já entendeu que os smartphones estão ficando defasados rapidamente nos dias de hoje, é só da ruma olhada nas prateleiras por aí, é um aparelho nvo atrás do outro. Mas também não é toda hora que se pode comprar uma aparelho novo. Por esta razão é preciso pensar bem antes de fazer qualquer escolha.

O mais importante é saber quais seriam as suas necessidades e expectativas quanto ao aparelho. Se as suas necessidades são mais básicas, um modelo intermediário é uma boa solução. Se você é daqueles que necessitam de toda tecnologia e recursos disponíveis que um smartphone pode oferecer, é melhor não economizar, e comprar logo um aparelho mais potente e mais recente.

Em qualquer um dos casos, preste atenção nas ofertas de cada fabricante e operadora. Normalmente, à cada lançamento de um novo sistema ou aparelho, outros aparelhos menos recentes têm seus preços reduzidos. Fique de olho!

Fonte: maniadecelular (by celular geek)

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Quanto tempo dura um smartphone?

Nem sempre economizar é a melhor saída. Entenda os motivos para isso e saiba qual é o melhor momento para trocar de celular.

A exigência dos aplicativos e dos consumidores faz com que os aparelhos fiquem muito abaixo das expectativas após algum tempo. Isso faz com que chegue um momento em nossas vidas em que fica claro que os smartphones precisam ser trocados. Mas quando é que esse tempo chega exatamente? Os celulares têm prazo de validade?

Na verdade, têm, pois as fabricantes precisam fazer com que os clientes continuem comprando seus aparelhos. Independente de qual seja a marca de seu celular, essa história vai acontecer com você. Mas como você pode saber quanto tempo seu aparelho poderá ficar com você? Confira agora mesmo nosso artigo, preparado especialmente para responder essa questão.

iPhone: o ciclo bianual da Apple

Empresas como a Samsung costumam lançar uma grande gama de aparelhos todos os anos, já a Apple limita-se ao lançamento de apenas um modelo de iPhone. Isso pode parecer uma estratégia ruim diante da concorrência, mas a verdade é que a Apple possui uma legião de clientes fiéis, que contam os dias para a chegada dos novos aparelhos.

Criando um ciclo anual, a empresa de Cupertino consegue manter os consumidores bem atrelados às novidades. Mas o principal fator desse modelo está nas mudanças gradativas de tecnologia. Pode-se dizer que um iPhone é feito para durar dois anos, visto que os aplicativos são geralmente criados para que possam rodar em várias versões do smartphone.

O fato de a Apple ser a única fabricante envolvida no sistema também contribui para isso. Sem a concorrência com outras empresas, a empresa consegue forçar os desenvolvedores a não criarem softwares muito exclusivos. Um bom exemplo disso está na AppStore, que só começou a receber jogos que exigem os processadores dual-core agora, poucos meses antes da chegada do iPhone 5.

Por outro lado, o mercado brasileiro ainda oferece a versão 3GS do iPhone, que foi lançada em 2009. O aparelho está bastante defasado e já não garante bom desempenho para os jogos que estão sendo lançados recentemente. Quando falamos no iPhone 4, ainda há um certo período em que ele poderá suprir as necessidades dos consumidores, mas isso não deve durar muito tempo.

Android: o problema das versões

O Android é considerado um sistema operacional democrático, pois permite que usuários que podem gastar 200 reais e outros que podem gastar 2 mil reais utilizem o mesmo sistema operacional. “Espera aí! Isso não é bem assim”. Não mesmo! É claro que há muitas discrepâncias entre os aparelhos existentes nas diferentes faixas de preço mencionadas.

Ainda hoje, muitos aparelhos estão nas lojas com versões defasadas do sistema operacional – o que inclui o Android 1.6, por exemplo. Eles funcionam muito bem para as funções básicas, mas a grande maioria dos aplicativos novos é incompatível com as versões. Por isso, se você comprar um deles, precisa saber que seu aparelho não vai durar muito – a menos que ele só seja usado para ligações e mensagens.

Outro fator está na disponibilização de atualizações. Quando o Android ganha uma nova versão, é preciso que as fabricantes de celulares liberem os arquivos de atualização para os consumidores. Isso pode gerar muitos incômodos, pois o atraso na liberação é bastante comum, tanto por causa das personalizações quanto pelo fato de não haver lucros sobre isso.

Também há muitos casos em que as empresas decidem não liberar as atualizações. Uma das razões para isso acontecer é o hardware dos aparelhos. Algumas fabricantes afirmam que o Android mais atualizado não rodaria com a configuração original do smartphone, por isso acabam forçando os consumidores a ficar com as versões antigas ou então a comprar novos celulares.

Pode-se dizer que os smartphones Android funcionam da mesma forma que os computadores mais potentes. Por causa do grande número de empresas envolvidas no mercado deles, um consumidor não consegue passar mais de seis meses com o aparelho mais forte que existe no mercado. Por outro lado, é possível ficar um ano sem precisar trocar, desde que você não seja muito exigente e que compre um recente, é claro.

Windows Phone: vale a pena apostar?

O Windows Phone 7 chegou ao mercado muito depois que o Android e o iOS já estavam consolidados. Por essa razão, a Microsoft está tendo que correr contra o tempo para conseguir empresas parceiras e lançar uma boa gama de aparelhos nas lojas. Algumas fabricantes apostam no sistema operacional, mas será que os usuários podem fazer o mesmo?

Quando analisamos os principais aparelhos que existem com o sistema, realmente não há qualquer reclamação. Mas é preciso saber que ainda são poucos os aplicativos existentes que realmente chamam a atenção dos consumidores e que a loja de aplicativos do Windows Phone é bem menor do que a do iOS e do Android.

Outro ponto que deve ser analisado é a promessa do Windows Phone 8, que permitirá uma série de novos recursos para os aparelhos, inclusive o suporte a processadores de múltiplos núcleos. Com isso, os gadgets lançados até o momento ficarão defasados e, possivelmente, não suportarão os principais apps a serem lançados no futuro.

Vale lembrar que a Nokia está investindo pesado no sistema da Microsoft. A empresa finlandesa sempre foi reconhecida pela alta qualidade de seus aparelhos, sendo também elogiada por seus dispositivos Windows Phone que lançou até agora. Com a chegada da nova versão, certamente terá muito mais poder nas mangas.

Por essa razão, um celular com Windows Phone pode durar no máximo um ano, principalmente se os usuários quiserem se divertir com jogos mais pesados. Também devemos lembrar que é possível que a Nokia insira o sistema PureView nos próximos aparelhos Windows Phone, o que fará bastante diferença para os apaixonados por fotografia.

Quando vale a pena economizar?

Não é segredo que os smartphones ficam defasados com uma certa velocidade, mas não é sempre que alguém pode comprar um aparelho top de linha. Por isso, você precisa pensar bem antes de comprar um celular ou esperar um pouco até que o dinheiro seja suficiente. Se as suas necessidades são mais básicas, um modelo intermediário é uma boa solução – principalmente se você não quer jogos pesados.

Por outro lado, se você quer sempre os jogos mais modernos e precisa de um hardware mais poderoso, economizar não é uma boa ideia. Além disso, em muitos momentos quando a câmera for necessária, você pode acabar se irritando com a demora na inicialização do aplicativo referente a ela. Por isso, nesses casos é bom guardar um pouco mais de dinheiro para comprar um aparelho mais potente.

Vale lembrar que as informações deste artigo não devem ser levadas como uma lei absoluta. Você precisa analisar a sua situação específica antes de decidir se precisa realmente trocar de aparelho ou se pode aguardar alguns meses até fazer isso.

Fonte: tecmundo (by Renan Hamann)

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Wolfart, e isto tudo, levando em conta que: - A pessoa use o smartphone num case ou bumper, que projeta conta batidas, quedas e arranhões; - A pessoa use sempre a proteção, não soe em cima do aparelho (onde o suor da orelha entra no aparelho e causa oxidações, assim como o suor das mãos e dentro do bolso, ou outro tipo de infiltração de líquidos); - A pessoa nunca deixe o aparelho cair; - A pessoa obedeça corretamente o ciclo de recarga da bateria, que são diferentes em bateria de Li-íon e polímero de lítio contra as antigas de Ni-Cad. Eu mesmo, para ter uma ideia, tenho comigo até hoje um Palm m100, funcionando, já caiu, claro, mas está perfeito como no dia que saiu da caixa. Basta ter cuidado, e alguns aparelhos sobrevivem ao tempo, mas realmente, isso que citou se chama "obsolência programada"... Cito o caso de computadores (que é sua área também), e vejo várias pessoas trocando e trocando PCs, netbooks e notebooks por causa de novas tecnologias que surgem no dia-á-dia, novos jogos que exigem mais e mais processamento, mais espaço em disco, mais memória para execução, mais detalhes gráficos, e isso é defasado rapidamente. Eu rodo por exemplo o GTA: San Andreas num PC com Semprom 3000+ (1.8GHz), com placa Nvidia FX5200, 1,12GB RAM, e tenho que colocar no mínimo das funções 3D para rodar satisfatoriamente. E não é um PC lerdo, mas a tecnologia dos aplicativos é que ultrapassou mesmo os sistemas.

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