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Diego Silva™

Adeus, Sócrates

6 posts neste tópico

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Hoje, que seria um dia apenas de alegria pela decisão do Brasileirão, começou triste para o futebol brasileiro, principalmente para os corinthianos.

Um dos maiores ídolos da história do Timão, Sócrates Brasileiro Sampaio de Sousa Vieira de Oliveira morreu às 4h30m da madrugada deste domingo, em consequência a um choque séptico, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele tinha 57 anos e era pai de seis filhos.

Sócrates disputou 297 jogos, marcou 172 gols e venceu três Campeonatos Paulistas (1979, 1982 e 1983) com a camisa do Timão, além de ter sido um dos principais idealizadores da Democracia Corinthiana.

O Sport Club Corinthians Paulista e toda a sua Fiel Torcida se despedem com tristeza do Magrão, mas também ficamos agradecidos pela honra de ter visto um dos maiores jogadores da história do futebol vestindo o manto alvinegro por tantos jogos. Obrigado pelos lindos gols, pelos toques geniais, pelo futebol magistral que só Sócrates tinha.

Obrigado, Doutor!

Fonte: corinthians

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Realmente uma tristeza grande para o futebol Brasileiro, esse dia entra para história, corinthians campeão brasileiro de 2011 e a perda de um dos seus melhores jogadores, que Deus te abençoe.

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Assisti a poucos jogos do Doutor... Mas lembro dos seus toques sempre de 1ª... Habilidade e visão de jogo incomum... Doutor... Para sempre em nossos corações Brasileiros!

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O adeus de Dr. Sócrates, um rebelde genial O futebol brasileiro está mais banal desde a madrugada do dia (4), com a morte de Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, o Doutor Sócrates, aos 57 anos de idade. Ele estava internado desde quinta-feira na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein e foi vítima de infecção generalizada. Dono de um estilo elegante de tratar a bola, Sócrates encantou em campo com um jogo inteligente, cuja marca registrada eram os passes de calcanhar. Em sua trajetória nos clubes, brilhou mais no Corinthians, de 1979 a 1984. Defendeu a Seleção Brasileira de 79 a 86. Não foi campeão do mundo, mas protagonizou momentos marcantes e fez parte de uma das equipes que mais brilharam em Copas do Mundo, a Seleção de 82, ao lado de Zico, Falcão, Cerezo e Júnior. Fora dos gramados, Sócrates foi ainda mais notável. Em seus primeiros anos no futebol, não deixou os estudos de lado e conciliou a carreira no Botafogo de Ribeirão Preto com o curso de medicina. O meia só topou se transferir para o Corinthians depois de formado. E aceitou assinar contrato pelo mesmo salário que recebia no clube do interior. No Corinthians, comandou um movimento chamado “Democracia Corintiana” em que os jogadores participavam de decisões internas como concentração, premiação e viagens. Era uma forma de usar o futebol para dar um recado político. O País lutava pelo voto direto, na famosa campanha das “Diretas Já”. Ao lado do amigo Osmar Santos, discursou em comícios na Praça da Sé que reuniram centenas de milhares de pessoas, ao lado de Wladimir e Casagrande, seus colegas no Corinthians. O Doutor chegou a dizer que não iria jogar no exterior se a Emenda Dante de Oliveira, que transformaria as eleições presidenciais em diretas, fosse aprovada pelo Congresso Nacional. A mudança não ocorreu e ele assinou com a Fiorentina. Uma voz que destoava Sócrates não brilhou na Itália e voltou em 1985 para defender o Flamengo, realizando o sonho de muitos torcedores rubro-negros ao jogar ao lado de Zico. Mas o Magrão nunca foi um atleta na acepção da palavra – bebia e fumava. O preparo físico insuficiente encurtou sua carreira. Ele ainda jogou no Santos entre 1988 e 1989, sem destaque, antes de pendurar as chuteiras no Botafogo de Ribeirão. Aposentado, Sócrates continuou sendo uma voz que destoava no pobre debate esportivo do País. Tornou-se um ferino colunista da revista Carta Capital. Por esse motivo, nunca se aproximou de figuras como Ricardo Teixeira ou Andres Sanches. Os anos de consumo abusivo de álcool cobraram o seu preço. No mês de agosto, foi internado por nove dias com uma forte hemorragia decorrente de cirrose. Em 5 de setembro, teve nova crise e ficou mais 17 dias hospitalizado. Julgando-se recuperado, chegou a dizer que continuaria “incomodando bastante” e que lançaria uma campanha de conscientização sobre os malefícios do álcool. Infelizmente não teve tempo para isso. O corpo do craque foi enterrado ontem, às 17h – justamente quando o Corinthians decidia o Brasileirão –, no Cemitério Bom Pastor, em Ribeirão, cidade em que Sócrates cresceu e estudou. Ele nasceu em Belém, no Pará.

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