TIM lança chip do flamengo
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A TIM lançou ontem o chip personalizado do Flamengo e estima que vai vender um milhão de unidades, até abril do ano que vem. O Flamengo, que licenciou sua marca, receberá 10% de royaltes da venda do produto. Se a meta for alcançada, o clube ganhará R$ 1 milhão . A operadora tem outra ação com o clube: estampa sua marca nos números da camisa dos jogadores do rubro-negro carioca e pagará R$ 2 milhões por isso.

O chips TIM/Flamengo serão vendidos em lojas da empresa de telefonia e do clube no Rio, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Amazonas e Maranhão. O chip custa R$ 10 e vai oferecer aos torcedores flamenguistas serviços exclusivos, como personalização do celular com conteúdos do time e informativos diários sobre a equipe carioca.

Deveriam vender no país todo.

Mas é uma boa ação de marketing da TIM, que acaba de assumir a segunda posição no mercado brasileiro de celulares, ultrapassando a Claro.

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JJ

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Ps.: O licenciamento é muito pouco explorado pelos clubes, no Brasil. Na Europa, o Manchester United e o Barcelona, por exemplo, tem contratos para lançar cartões de crédito licenciados pelo clubes. Numa das ações, há 2 anos, o Manchester ajudou a vender milhões de cartões na Ási, em 15 dias de campanha.

Há alguns anos, enviei esta ideia ao Atlético Paranaense, mas até hoje não implantaram (mesmo regionalmente, calculo que ajudaria a vender centenas de milhares de cartões – só com os sócios seriam 20 mil agora e 40 mil com a Arena da Baixada pronta).

No Ajax, que visitei há muitos anos, o cartão de crédito do clube é usado em todas as lojas e lanchonetes daquela fabulosa Arena, em Amsterdam (onde inclusive não se aceita dinheiro para compra alguma). Lá todos são obrigados a adquirir o “Arena Money”, que só vale naquela arena e é vendido em máquinas, com crédito de 10, 20 3 50 euros. Muita gente, como eu, vai embora com créditos no cartão e nunca mais volta. O importante do processo é que o clube recebe todo o dinheiro do movimento comercial da arena adiantado (depois paga os lojistas) e tem um bom lucro na operação. Antecipa receitas e facilita o controle das vendas.

Conversei mais de uma sobre este assunto com diretores regionais do então Banco Real (hoje Santander) e o cartão Visa, para um contrato inicial com o Atlético. Acabou não acontecendo e até hoje não existe nada parecido no Brasil.

Há um processo menor, do Visa, que permite comprar ingressos online e passar em catracas especiais com o cartão de crédito. Mas dá para ir muito além.

Como tenho escrito, os dirigentes dos clubes brasileiros ainda são muito amadores em Marketing (com raríssimas exceções)

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