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Reginaldo SanTana™

Operação "Highlander" PF

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PF prende nove acusados de fraudes de R$ 120 milhões contra o INSS

A operação "Highlander", deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (27) com o objetivo de desarticular uma quadrilha de fraudadores da Previdência Social no Rio de Janeiro, já resultou em nove prisões até o momento. Os acusados foram detidos em São Gonçalo, na região metropolitana da capital fluminense, e Búzios e Cabo Frio, na Região dos Lagos. Segundo a PF, outros três suspeitos estão foragidos.

Os agentes conseguiram 12 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão contra um grupo que já teria causado um rombo de mais de R$ 120 milhões aos cofres do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) -- cerca de R$ 600 mil mensais. O prejuízo estimado pela investigação da PF seria retroativo apenas a 1994, sem contabilizar juros e correção monterária.

O prejuízo estimado pela investigação da PF seria retroativo apenas a 1994, sem contabilizar juros e correção monterária. A polícia acredita que o grupo de fraudadores agiu entre 1983 e 1994, período no qual o sistema da Previdência Social ainda não era informatizado.

A operação "Highlander" foi articulada pela Delegacia de Polícia Federal em Niterói, na região metropolitana do Rio, em conjunto com o Ministério da Previdência Social. As investigações começaram em 2009 e envolvem 135 agentes, segundo a PF.

O foco inicial dos investigadores era apurar a existência de uma quadrilha que teria centenas de cartões de benefícios previdenciários. A informação chegou à Polícia Federal por meio de denúncia anônima.

Beneficiários fictícios

O esquema da quadrilha era estruturado na criação de beneficiários fictícios e só era possível antes do processo de informatização do sistema da Previdência Social. Os fraudadores do INSS reaproveitavam os benefícios já cessados e manipulavam os dados.

Para perpetuar o faturamento ilícito, os criminosos alteravam periodicamente as datas de nascimento dos beneficiários fantasmas.

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