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Wellington Maciel™

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Brasil corre para adotar novo padrão de internet

Operadoras de telefonia e portais de conteúdo brasileiros correm contra o tempo para se preparar para o novo padrão mundial de navegação na internet!

Com o esgotamento dos endereços IP atuais -conjunto de números e códigos distribuídos pelos provedores no ato da conexão-, as empresas enfrentam o desafio de preparar sua infraestrutura para o novo padrão, previsto para vigorar em pouco mais de um ano.

Das 800 companhias que distribuem protocolos IP para os cerca de 75 milhões de internautas, apenas 200 estão preparadas para o novo formato, chamado IPv6.

"Temos 16 meses para aprontar toda a cadeia. O formato permitirá que novos internautas naveguem. Sem ele, a internet não cresce", diz Frederico Neves, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, que distribui os endereços no país.

Segundo Neves, esse é o tempo que deve durar o estoque do padrão atual, o IPv4, hoje com 25 milhões de endereços disponíveis para a América Latina. O Brasil vai consumir 50% desse volume.

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Por R$ 140, farol dobra poder de luminosidade

À noite, o sistema de iluminação se transforma em um dos principais itens de segurança ativa de um carro. Uma solução para quem trafega por estradas escuras é a lâmpada halógena de alta luminosidade -até 90% mais, como a da Sparco. O par custa R$ 140, o triplo das comuns.

A Philips, em 2012, promete lançar a linha X-treme Vision, com 100% mais luminosidade. Além de dispensar adaptações, ela não ofusca os motoristas em sentido contrário, afirma a fabricante.

Já para quem gosta de "tunar" os faróis, as lâmpadas de seta transparentes são uma opção barata -o jogo sai por R$ 35.

Elas só emitem a cor laranja quando estão acesas, evitando o efeito de "ovo frito" causado pelas setas convencionais quando apagadas.

Mais de 20 milhões podem perder desconto na conta de luz

Ao menos, 21,5 milhões de consumidores de baixa renda correm o risco de deixar de receber o desconto na conta de luz até o fim do ano.

É que, para manter a redução tarifária, os clientes são obrigados a se recadastrar até dezembro nas distribuidoras, mas até agora poucos tomaram tal providência, segundo dados das empresas.

Uma lei aprovada no ano passado determina que o benefício só pode ser concedido ao consumidor que apresentar o NIS (Número de Inscrição Social), documento dado por prefeituras e que serve de cadastro para o Bolsa-Família e outros programas.

O problema é que a adesão ao recadastramento ainda é muito pequena nas grandes distribuidoras do país.

No grupo CPFL (oito empresas, com 6,7 milhões de consumidores), apenas 9% fizeram o procedimento até agora.

"Certamente, muita gente vai perder o benefício", disse Amleto Landucci Jr., diretor comercial da CPFL.

Muitas casas localizadas na área de concessão da empresa, na Baixada Santista, são utilizadas apenas nos finais de semana. Esses clientes têm baixo consumo, mas não são atendidos por programas sociais.

Já a fluminense Light, que possui 3,9 milhões de consumidores, estima que 200 mil consumidores dos 600 mil que contam com o benefício vão fazer o recadastramento -até agora apenas 30 mil apresentaram o NIS.

No caso da mineira Cemig (7 milhões de clientes), 600 mil pessoas já fizeram o procedimento, dos 2,4 milhões de clientes favorecidos pela tarifa social.

"Poucas pessoas têm conhecimento do benefício. Fizemos o aviso na conta, mas só quando o cliente notar o aumento na fatura vai nos procurar", diz Marco Vilela, superintendente comercial da Light.

A Eletropaulo recadastrou 47,5 mil dos 758 mil clientes que tinham o benefício antes da mudança da regra -o que corresponde a 6% do total. A distribuidora atende a 6 milhões de consumidores na Grande São Paulo.

Antes da mudança na lei, bastava o cliente se autodeclarar de baixa renda e consumir até 220 kWh por mês para ter o benefício -que pode chegar a um desconto de 65% na tarifa.

PRAZO

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) defende a mudança e diz que muitas casas de veraneio têm o desconto, independentemente da renda do proprietário. A agência elaborou um cronograma de recadastramento, pelo qual as faixas de menor consumo terão mais prazo.

Pelo cronograma, quem não se recadastrou na classe de consumo entre 80 e 100 kWh/mês perdeu o benefício no fim de 2010. Em janeiro, seria a vez dos clientes entre 68 e 79 kwh/mês, mas, por solicitação das distribuidoras, a Aneel postergou o prazo para junho.

Os consumidores poderão reaver o benefício a qualquer momento com a apresentação do NIS a distribuidoras.

Café vai ficar entre 35% e 50% mais caro

O preço do café nas gôndolas dos supermercados brasileiros deverá ficar entre 35% e 50% mais caro até novembro deste ano. O reajuste, impulsionado pela escassez do produto de boa qualidade no mercado internacional, já chegou aos produtores e até agora vinha sendo contido pela maioria das indústrias do segmento, que já avisam: não vai dar para segurar. Diante disso, as cafeterias de Belo Horizonte também preparam a remarcação do cafezinho. Já tem gente pensando até em diminuir o tamanho da xícara como forma de evitar um aumento direto de preço para o consumidor.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), os preços dos grãos de qualidade média subiram 60% do início do ano para cá e os de boa qualidade 40%. Em média, nos últimos 12 meses, o reajuste do café, levando-se em conta todos os tipos de grãos, foi de 70%. Entre 2010 e 2011, os grãos de alta qualidade viram seus preços reajustados em 100%. “O preço do café subiu muito porque o consumo do mundo aumentou e os países que produzem café de boa qualidade estão enfrentando dificuldades para elevar sua produção”, explica o presidente da Abic e do Sindicato das Indústrias de Café do Estado de Minas Gerais, Almir José da Silva Filho.

É o que vem ocorrendo em países como Colômbia, Honduras, Guatelama e México. Segundo ele, a Colômbia, por exemplo, passa por um período de fadiga da terra e não consegue fazer a produção subir acima de 8,5 milhões de sacas. Países africanos como Etiópia e Nova Guiné também não têm capacidade de aumentar a produção. “A oferta e a demanda estão muito apertadas”, diz Filho. No Brasil, os preços do grão cru saltaram de R$ 250 (a saca de 60 quilos) para entre R$ 550 e R$ 600 desde abril de 2010 até agora, segundo dados da Abic. “A matéria prima usada para fazer o café torrado e moído dobrou de preço e a indústria só repassou 5% desse percentual”, avisa Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da entidade.

O problema é que não dá mais para segurar os reajustes, amarrados até agora pelo estoque da indústria – comprados a preços antigos -, pela concorrência e pela resistência do varejo em aceitar reajustes de preços. Diante disso, algumas empresas do segmento começaram a remarcar seus preços em 15%. “Mas a média da necessidade de atualização é de 30%. O consumidor deve esperar o aumento do preço do café nas prateleiras dos supermercados”, alerta Herszkowicz. Em 2010, o preço do cafezinho teve reajuste de 11,23% contra um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,92%. Até fevereiro, o mesmo cafezinho subiu 1,86%, ante alta do IPCA de 1,64%, O café moído teve seu preço reajustado em 2,50% no ano passado e em 1,15% entre janeiro e fevereiro deste ano.

No balcão

Geraldo Neme, dono da cafeteria Boca de Pito, há 35 anos no mercado, só não reajustou os preços do café servido ao consumidor porque tem estoque do produto. Ele compra cerca de 400 quilos de café ao mês e ainda tem produto estocado para os próximos quatro meses. “Quando o pessoal (a concorrência) atualizar os preços, vou reajustar junto”, diz. O empresário, porém, já traçou a estratégia para suavizar a dor do consumidor com o aumento. “Estou pensando em reduzir o tamanho da xícara do cafezinho de 60 ml para 30 ml. Já fiz isso em 1986, quando o café dobrou de preços de uma hora para a outra. Agora posso lançar mão do mesmo artifício”.

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Professor Flávio Morgan na Tabacaria Boca de Pito, onde dono pensa em reduzir a dose

Renato Moura Caldeira, dono do café Nice, reajustou os preços do cafezinho servido na casa de R$ 1,00 para R$ 1,20. O último reajuste, segundo ele, tinha sido implementado no início de dezembro de 2008. “Foram dois anos e três meses segurando o preço. Agora, a saca subiu muito, sem contar a alta do salário mínimo no período e as tarifas de energia elétrica”, justifica. Segundo ele, não há planos para novas correções, a não ser que o preço do grão dispare. “Nesse caso, serei obrigado a acompanhar”.

Consumo recorde

Segundo o Ministério da Agricultura, os brasileiros consumiram em 2010 uma média de 4,81 quilos (kg) de café por habitante. Quantidade suficiente para fazer 80 litros do tradicional cafezinho, segundo cálculos do Ministério da Agricultura. O número, apresentado pelo ministério, superou o recorde anterior, registrado em 1965, quando o consumo per capita no país foi de 4,72 kg.

O aumento levou a uma demanda interna de 19,1 milhões de sacas do produto no ano passado. O consumo em 2010 foi 3,5% maior que o do ano anterior, de 4,65 kg. A nova marca coloca o Brasil à frente de grandes consumidores como a Itália e a França, mas ainda distante de Finlândia, Noruega e Dinamarca, países nórdicos, onde o consumo é de quase 13 kg por pessoa ao ano.

Na quarta-feira, a israelense Strauss Coffee, que já possui 50% da torrefadora de café Três Corações, anunciou a compra da concorrente Fino Grão. Com a operação, a Três Corações pode vir a se tornar líder do mercado nacional, hoje dominado pela norte-americana Sara Lee. A Fino Grão é a atual líder do mercado na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Cooxupé investe

A Cooxupé inaugura neste sábado a primeira parte do Complexo de Armazenagem e Indústria de Café Japy, em Guaxupé, no Sul de Minas. Orçado em R$ 70 milhões, o complexo se consolida como uma indústria moderna, equipada para receber cafés a granel que serão empilhados em bags (embalagem nova para ensacar o café). Com esta etapa concluída, a Cooxupé amplia sua capacidade atual de armazenagem em 1,5 milhão de sacas. O investimento conta com o apoio do Banco do Brasil e Banco Nacional Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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