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Reginaldo SanTana™

Partes do iPad 2 estão disponíveis só no Japão

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O Japão é o responsável pelo fornecimento de cinco componentes principais do iPad 2, o que pode atrasar o lançamento mundial do dispositivo, afirmou um estudo da iSuppli.

Após os terremotos no Japão, a Apple afirmou que teria problemas de fornecimento de componentes eletrônicos para o iPad 2 vindos do país asiático.

Entre os componentes estão a memória flash NAND (da Toshiba); o DRAM (acesso randômico de memória dinâmica, da Elpida Memory); um compasso eletrônico da AKM Semiconductor; o revestimento de vidro da tela touchscreen (da Asahi Glass); e o sistema de bateria da Apple Japan.

Com relação aos componentes NAND e DRAM, eles podem ser obtidos de outros fornecedores, como Samsung e Micron. Mas as outras tecnologias serão mais complicadas de serem substituídas.

As baterias produzidas pela fábrica da Apple no Japão, têm um tamanho reduzido incomum no mercado. O modelo do compasso foi selecionado por suportar o acelerômetro e o giroscópio do iPad. E o vidro possui uma tecnologia chamada Dragontrail (resistente à riscos), que apenas a Asahi pode fornecer.

Porém, a fábrica chinesa Foxconn, que produz os produtos da Apple, afirmou que possui muitos desses componentes em estoque, mas não se sabe até quando os problemas no Japão poderão afetar essa reserva e a continuidade na fabricação dos iPads.

Os problemas no Japão vem afetando muitos fabricantes de tecnologia, que dependem do país para fornecer componentes. Empresas como Sony, Hitachi e Mitsubishi foram danificadas e podem levar meses para voltar a operar normalmente.

A falta de componentes no mercado, também poderá afetar o abastecimento e produção de eletrônicos no Brasil, especialmente na região da zona franca de Manaus.

Zona Franca teme falta de peças vindas do Japão

A Zona Franca de Manaus, importante fabricante de produtos eletrônicos no país, acompanha com preocupação a tragédia pelo terremoto e tsunami no Japão.

Foi o que afirmou nesta quinta-feira o secretário-executivo do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira.

Ele esteve pessoalmente na região e ouviu da Suframa, superintendência da zona franca, temores de que possa haver desabastecimento no Brasil de componentes e peças que vêm do Japão.

"Tive a oportunidade de estar lá e estamos monitorando para ver. Dentro do possível, poderemos auxiliar essas empresas para ver o que fazer dentro do ministério", afirmou ele à Reuters.

Segundo o secretário-executivo, as empresas ainda têm estoques de peças e componentes. Se eles terminarem, as companhias da zona franca terão que buscar fornecedores alternativos.

O Japão é o sexto maior parceiro comercial do Brasil atrás de Estados Unidos, China, Argentina, Alemanha e Inglaterra, segundo o secretário.

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que está monitorando os problemas no Japão e seus reflexos no Brasil. Por ora, o banco de fomento não vê necessidade de criar uma linha especial de financiamento para as indústrias da zona franca, segundo Coutinho.

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