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Reginaldo SanTana™

Marta vence melhor do mundo pela 5ª vez em eleição criticada por rival alemã

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Marta é praticamente “sócia” da Fifa. Quando vai à Suíça ao fim de uma temporada volta premiada. Foi assim nos últimos quatro anos, foi assim nesta segunda-feira. A brasileira foi eleita pela quinta vez consecutiva a melhor jogadora do mundo. Seguiu mais uma vez um ritual que já se tornou rotineiro para ela, mas que neste ano teve um fato novo: a alemã Birgit Prinz, novamente derrotada, quebrou o protocolo e criticou o modelo de votação.

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O protesto de Prinz aconteceu horas antes da premiação, quando as finalistas concedem uma entrevista coletiva. “A votação é feita de maneira errada. Eu, como jogadora, não tenho como acompanhar outras jogadoras porque o calendário é muito extenso. Acho que podemos trazer novos elementos para melhorar todo o sistema e deixá-lo mais justo com todas as jogadoras”, disparou Prinz, melhor do mundo de 2003 a 2005.

A declaração da veterana de 33 anos criou um clima de constrangimento na entrevista. Cenário que só mudou quando a festa de gala começou para valer. E aí Prinz voltou a ser a mesma coadjuvante das edições anteriores e uma mera espectadora de mais uma noite especial para Marta.

"Falaram que eu deveria chorar senão não seria tão emocionante. E aqui estou chorando de novo. Este ano foi realmente muito especial. Consegui vários êxitos com as minhas equipes e depois fui agraciada como embaixadora da ONU [Organização das Nações Unidas], o que é uma honra. Nada disso teria acontecido sem as pessoas que estão comigo no dia a dia", vibrou Marta.

Atualmente emprestada ao Santos, a alagoana conquistou em 2009 a forte liga norte-americana atuando pelo FC Gold Pride. Também ajudou a seleção brasileira a assegurar uma vaga no Mundial que acontece neste ano, na Alemanha, de 26 de junho a 17 de julho.

“Este ano é muito especial devido ao Mundial. Queremos muito ganhá-lo, já que é um título que no passado esteve em nossas mãos e perdemos por pequenos detalhes”, comentou Marta, vice-campeã mundial em 2007, na China. Na oportunidade, o Brasil perdeu para a Alemanha por 2 a 0 e a meia-atacante desperdiçou um pênalti.

Mas se coletivamente Marta ainda tem metas não alcançadas, no individual a história é diferente. “Em todo começo de ano tenho esse objetivo [ser a melhor do mundo]. Sempre tenho isso em mente e sei que preciso trabalhar coletivamente para depois colher os frutos.”

Marta já é uma veterana no prêmio da Fifa, mas diz que ainda sente nervosismo durante o evento. E isso porque ela foi finalista sete vezes (terceira em 2004 e segunda no ano seguinte). De 2006 em diante, só deu Marta: já é tradição.

Messi Supera Fator Copa e é Eleito o melhor Do Mundo Pela Segunda Vez.

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Messi desafia 'maldição' de melhor do mundo em Copas para igualar Ronaldos

Lionel Messi dominou as manchetes esportivas mundiais na última semana. Após as recentes atuações destacadas do argentino, a expectativa cresce em torno do que ele pode fazer na Copa do Mundo da África do Sul. Mas o jogador de 22 anos terá que superar a ‘maldição’ dos melhores do mundo em Copas para buscar o segundo prêmio individual consecutivo e igualar os brasileiros Ronaldinho (2004 e 2005) e Ronaldo (1996 e 1997).

Além da desconfiança dos próprios argentinos, que ainda não viram Messi repetir o brilhantismo na seleção, o meia do Barcelona carregará o peso de ser o melhor do mundo da Fifa. Desde que o prêmio foi criado, em 1991, todos os eleitos em anos anteriores de Copas decepcionaram e nenhum deles levou sua seleção ao título.

O Brasil contou por duas vezes com o melhor do mundo em seu elenco. No caso mais recente, em 2006, Ronaldinho Gaúcho vivia badalação semelhante à destinada agora a Messi. O mundo esperava um desempenho brilhante daquele que passou a ilustrar capas de revistas em todos os continentes e que virou astro malabarista de inúmeros comerciais de TV.

Ronaldinho chegou ao Mundial da Alemanha respaldado por títulos conquistados pelo Barcelona: a Liga dos Campeões e o Espanhol. No entanto, o melhor do mundo de 2005 foi apático, burocrático e terminou a Copa sem marcar nenhum gol. Ao lado de Kaká, Ronaldo e Adriano, o meia formou o ‘quadrado mágico’, que não conseguiu levar a seleção brasileira além das quartas de final – foi eliminada pela França.

Curiosamente, foram justamente os Le Bleus os responsáveis também pela queda do Brasil em 1998 na decisão. Ronaldo iniciou o Mundial como o melhor do mundo dos dois anos anteriores. Embora não tenha brilhado, o atacante que hoje atua no Corinthians marcou quatro gols e acabou levando a Bola de Ouro. Mas a Copa ficou marcada pela convulsão do camisa 9 no dia da final.

Ronaldo foi examinado em uma clínica francesa e foi para o jogo, mas ficou abaixo das expectativas. O episódio abalou a seleção brasileira. Para o público, o atacante primeiro teve problemas no tornozelo. Depois, uma convulsão. Mais tarde, uma crise nervosa, disseram que teria "amarelado". A verdade jamais foi esclarecida totalmente. E a França conquistou seu único título mundial em casa.

O primeiro jogador a carregar o ‘fardo’ de ser o melhor do mundo em exercício foi Roberto Baggio. Nos Estados Unidos, em 1994, o ex-craque marcou cinco gols - mesmo número de Romário, que acabou levando a Bola de Ouro. O italiano até fez uma bela Copa e conduziu a Azzurra à final contra o Brasil. No entanto, no tira-teima entre as duas seleções tricampeãs, ele chutou para longe o pênalti que sacramentou o tetra verde-amarelo e ficou marcado pelo erro decisivo.

Eleito o melhor do mundo em 2001, Luis Figo decepcionou na Copa do ano seguinte, disputada na Coreia e no Japão. O meia português não balançou as redes nenhuma vez e teve atuações apagadas na eliminação da equipe nacional ainda na primeira fase, que deixou Portugal na 21ª colocação – o pior desempenho em suas quatro participações.

Agora, o líder das apostas é Lionel Messi. “‘O que vai acontecer se ele ajudar a Argentina a ganhar o Mundial da África do Sul?’ Vai terminar a polêmica Maradona-Pelé. O melhor é que Messi é argentino. Os brasileiros, espanhóis, alemães, franceses e italianos vão ter que reconhecer que o melhor do mundo nasceu neste país”, prevê o técnico argentino Diego Maradona.

O jogador da Argentina vem arrancando elogios até mesmo de atletas de outros esportes. Estrela do Los Angeles Lakers e da NBA, Kobe Bryant é conhecido por gostar e acompanhar futebol e também falou sobre Messi. "Me alucina como esse jogador pode fazer coisas novas sempre. Ele é fenomenal em todos os sentidos", afirmou.

Se o meia do Barcelona será considerado o melhor de todos os tempos, ainda restam dúvidas. No entanto, se quebrar a escrita e der o tricampeonato para a Argentina dificilmente Messi não assegura o segundo prêmio consecutivo de melhor do mundo. E a história comprova a tese. Todos os escolhidos pela Fifa em anos de Copa pertencem às seleções campeãs: os brasileiros Romário (1994) e Ronaldo (2002), o francês Zidane (1998) e o italiano Cannavaro (2006).

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