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Reginaldo SanTana™

Brasil tem maior queda em conexões móveis com migração do 3G para o 4G

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Segundo dados revelados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a base móvel brasileira enfrentou a sua maior queda em novembro de 2018. Os dados apontam que ocorreram cerca de 1,5 milhão de desconexões e parte desse recorde se deve a um maior desligamento de linhas 3G.

O recuo também pode ser notado ao analisar que, entre outubro e novembro, foram registrados 4,622 milhões de acessos a menos representando uma queda de 7,55%. Assim, no fim de novembro foram registrados 231,827 milhões de acessos, sendo que a base LTE cresceu durante o período.

Entre os meses de outubro e novembro, a rede 4G recebeu 3,008 milhões de novas conexões (+2,87%) e a operadora Nextel foi a mais beneficiada com o avanço do LTE com uma atípica adição de 1,902 milhão de acessos. De acordo com o Mobile Time, isso pode ser explicado como uma migração entre tecnologias com mais pessoas saindo do 3G.

 

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imagem/Reprodução: Mobile Time

 

Os dados também mostram que, com exceção da Oi (-0,03%), todas as demais operadoras viram um crescimento na sua base 4G. Com isso, a TIM avançou 0,97%, a Vivo 0,60% e a Claro 1,82%, sendo que a liderança continua com a Vivo com 40,142 milhões de acessos.

A TIM aparece em segundo lugar com 33,967 milhões de linhas e é seguida pela Claro com 30,402 milhões de conexões. Agora, quando são consideradas as demais tecnologias, a base 2G continua em queda e contabilizou em novembro de 2018 cerca de 24,924 milhões de acessos.

Outro ponto destacado é que a quantidade de linhas pré-pagas também enfrentou uma queda de 2,16% contabilizando 133,377 milhões de acessos. Com isso, o pré-pago agora representa 57,53% do mercado brasileiro, sendo que os acessos pós-pagos e planos controle podem romper a barreira dos 100 milhões de linhas pela primeira vez.

 

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Imagem/Reprodução: Mobile Time

 

O levantamento ainda mostra que a operadora Oi perdeu cerca de 1 milhão de acessos pré-pagos em relação ao mês de outubro de 2018. Assim, a companhia liderou esse índice, sendo que ela ainda é a que mais possui clientes com tendência a esse tipo de plano.

Já a Vivo inverte as posições e continua sendo a operadora com a maior base pós-paga do mercado brasileiro com 52% de todas as conexões. TIM e Claro disputam o título de maior base pré-pago com 35,945 milhões e 35,764 milhões, respectivamente.

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