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Reginaldo SanTana™

Telefonia móvel: Brasil tem maior base de assinantes, mas 2ª menor penetração da América Latina

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Apesar de ter a maior base de assinantes no mercado de telefonia móvel da América Latina, o Brasil é um dos países onde há menor penetração do serviço na região. Segundo um relatório da associação de operadoras móveis GSMA, divulgado nesta terça-feira, 20, o país possuía 118,1 milhões de clientes únicos em telefonia móvel ao final de 2015, o que representa 57% da população total. Apenas o Equador, com 8,9 milhões de assinantes, possui penetração menor (55%) dentre os países cobertos pela associação.

De acordo com o relatório, em junho de 2016, o Brasil representava quase dois terços do total de smartphones no continente, sendo que a adoção na região era metade da base. A previsão da entidade é que, até 2020, a América Latina deve atingir um total de 577 milhões de smartphones, um crescimento de 262 milhões em relação ao último trimestre de 2015. Então, esses dispositivos deverão responder por cerca de 70% das conexões, sendo que o Brasil deve ficar com 80% de adoção dentro de quatro anos.

O número de assinantes nos próximos quatro anos deve crescer em 110 milhões, sendo Brasil, Colômbia, México e Peru os países que mais contribuirão com este número. O mercado brasileiro será responsável por 44,5% deste total, segundo a previsão da GSMA. Já no total de conexões (excluindo máquina a máquina, M2M), o país totalizou 248 milhões ao fim de 2015, número que deve crescer para 304 milhões até 2020.

Banda larga móvel

Nas conexões 4G, o Brasil é o país com maior adoção – especialmente por ser o maior da região em população. Atualmente, estima a GSMA, o país apresenta cerca de 20% de adoção da tecnologia, proporção que deve aumentar para 50% em 2020. Segundo a Anatel, em julho a base total do 4G no Brasil era de 17,9%, excluindo o M2M.

Mas, apesar de ser o maior mercado na tecnologia LTE, o Brasil fica atrás de dois vizinhos em tráfego. A GSMA calcula que a média de uso mensal por linha dos brasileiros seja de 644MB, enquanto os chilenos consomem, em média, 785MB por mês, e os argentinos usam 663MB por mês. Até 2020, esses números podem crescer para 3.984MB/mês, 3.785MB/mês e 3.702MB/mês para Chile, Argentina e Brasil, respectivamente. Na América Latina, a média atual é de 568 Mb/mês, e a previsão é de crescimento de 46%, chegando a 3,785 Mb/mês em 2020.

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