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Thomas Martins

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Sobre Thomas Martins

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  • Data de Nascimento 25-12-1990

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    técnico de desbloqueio da Oi
  1. Olá bom dia companheiros, gostaria que meu nome ficasse Thomas Martins. Obrigado! Alterado :Thomas Martins. Paulo Pessoa
  2. A Sandisk, uma das principais fabricantes mundiais de cartões de memória e dispositivos de armazenamento, está trazendo ao Brasil um modelo novo de comercialização dos cartões em si e conteúdos para as operadoras móveis. A proposta é que as operadoras móveis utilizem a capacidade de armazenamento do celular como um diferencial competitivo na venda dos aparelhos. Assim, em vez de oferecer aos assinantes handsets com capacidades de armazenamento mais elevadas, as operadoras comprariam junto aos fabricantes aparelhos dos mesmos modelos mas com menos memória embarcada (que tendem a ser significativamente mais baratos) e ofereceriam aos assinantes o upgrade com um cartão avulso. Segundo Luiz Tales, gerente de vendas para a América do Sul da Sandisk, essa é uma solução que tem sido adotada em outros países e permite às operadoras se diferenciarem nas ofertas comerciais em relação a suas concorrentes, mesmo trabalhando com o mesmo portfólio de aparelhos. Mas o mercado de venda avulsa de cartões de memória para celular tem um outro potencial, ainda maior, que segundo a Sandisk ainda não está sendo explorado por aqui mas que deve acontecer em breve: a venda de conteúdos e aplicativos já embarcados nos chips de armazenamento. Hoje, praticamente todos os smartphones do mercado trabalham com slot para expansão de memória no formato MicroSD (cuja patente pertence à Sandisk mas que é utilizada por todos os outros fabricantes), que já chegam a 32 Gb. Segundo Tales, a Sandisk já desenvolveu tecnologia para que os aplicativos embarcados possam ser automaticamente instalados no celular assim que o cartão é conectado, dependendo apenas da autorização do usuário. Com isso, é possível colocar uma grande quantidade de aplicativos sem obrigar o assinante a utilizar a rede de dados ou assinar lojas de aplicativos. A maior parte dos aplicativos que já podem vir embarcados nos cartões da Sandisk são para plataforma Android, mas há a possibilidade de que aplicativos para Symbian e outros sistemas operacionais também sejam embarcados nos chips. Exceto o iPhone, que não tem expansão de memória e exige que os aplicativos sejam baixados da App Store. Segundo Luiz Tales, a Sandisk já planeja vender cartões de memórias com aplicativos e conteúdos embarcados. A dificuldade para emplacar o modelo no Brasil, diz Tales, é que as operadoras têm procedimentos logísticos de distribuição de aparelhos que exigem um acompanhamento pelo número de série, e cartões de memória não têm essa informação. Além disso, nem todas as operadoras trabalham com a venda de aparelhos, ainda que elas aprovem os modelos que serão comercializados pelas revendas. Fonte: Teletime
  3. O clima entre o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça e as principais fabricantes de equipamentos celulares vendidos no Brasil continua tenso. Nesta sexta-feira, 27, o DPDC divulgou dados que reforçam sua postura de cobrar dessas empresas uma ação urgente com relação à troca imediata de celulares defeituosos, protegendo o consumidor. O órgão lançou o "Barômetro do Aparelho Celular", uma análise que será feita continuadamente sobre as principais reclamações recebidas nos Procons brasileiros relacionadas a esses equipamentos, considerando, inclusive, o avanço mês-a-mês dos índices de reclamações. Os dados confirmam o que vinha argumentando o DPDC nos últimos meses, desde que divulgou sua interpretação de que os celulares são equipamentos "essenciais" para a prestação de telefonia móvel: o maior volume de reclamações envolve o sistema de garantia dos produtos, ou seja, problemas na hora de troca dos aparelhos com defeito ou vício de fabricação. A falta de peças para reposição também tem recebido muitas reclamações nos Procons. A análise considerou as demandas recebidas pelos Procons entre 1º de janeiro e 31 de junho de 2010. Apenas com relação às quatro empresas acompanhadas - Samsung, LG, Nokia, Sony e Ericsson e Motorola, o montante de registros nos órgãos de defesa do consumidor atingiu a casa dos 18 mil. Troca imediata Os dados divulgados nesta sexta reforçam o posicionamento do DPDC de que o consumidor tem o direito à troca imediata dos aparelhos que apresentarem falhas ou vícios. O alto índice de reclamação com relação ao cumprimento das garantias e os reiterados defeitos têm deixado muitos consumidores sem usufruir dos serviços de telefonia móvel contratado, muitas vezes durante meses. O próprio barômetro lançado pelo DPDC traz uma inovação que pode servir de forma ainda mais clara de munição na briga pela troca imediata. O estudo possui uma seção batizada de "Fala do Consumidor", onde reclamações apresentadas nos Procons são reproduzidas conforme as palavras dos clientes insatisfeitos. As histórias relatadas no documento revelam problemas que já duram mais de um ano sem solução. Como se trata de uma interpretação do DPDC sobre o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a orientação de que os aparelhos celulares são "essenciais" e, portanto, devem ser trocados imediatamente caso apresentem problemas está em pleno vigor desde a emissão do posicionamento. Assim, o consumidor que se sentir lesado pode exigir a troca imediata a qualquer momento. O assunto ainda gera polêmica entre os fabricantes de equipamentos e a Abinee tenta barrar na Justiça o cumprimento da regra. Fonte: Teletime
  4. A demanda por capacidade satelital na América Latina, especialmente em banda Ku, vem crescendo fortemente nos últimos anos e deve manter um bom ritmo pelo menos até 2015. Um estudo interno produzido pela SES World Skies prevê que a quantidade de MHz alugados em banda Ku na região crescerá em média 8,8% ao ano entre 2009 e 2015. Em banda C, o ritmo será menor: 1,5% ao ano, no mesmo período. Entre os principais fatores que impulsionam a demanda por banda Ku estão os lançamentos de operações de DTH no continente, como aquelas da Embratel, da Oi e da Telefônica. A taxa média de ocupação dos satélites na América Latina está alta, um pouco acima dos 80%, calcula Jurandir Pitsch, vice-presidente de desenvolvimento de mercado para América Latina da SES World Skies. Para atender à crescente demanda por capacidade, quase todos os operadores planejam novos lançamentos na região. "Alguns dos novos satélites já sobem lotados", comenta o executivo. Novos satélites A SES World Skies pôs em operação recentemente o NSS-5, com 250 MHz em banda C cobrindo o Brasil, na posição 20 graus Oeste. Em junho de 2011, lançará o SES-4 (anteriormente denominado NSS-14), que irá substituir o NSS-7 em 22 graus Oeste, aumentando a quantidade de transponders nas bandas C e Ku. Para completar, em janeiro de 2013 a empresa vai pôr em órbita o SES-6, no lugar do 806, em 40,5 graus Oeste, com capacidade adicional nas duas bandas. O 806 atualmente possui apenas seis transponders em banda Ku, enquanto o SES-6 terá 48. Seminário O presente cenário do mercado de satélites na América Latina e suas perspectivas para o futuro serão debatidos por diversos especialistas do setor durante o Congresso Latino-Americano de Satélites 2010, que será realizado nos dias 30 de setembro e 1o de outubro, no hotel Sheraton, no Rio de Janeiro, com organização das revistas TELETIME e TELA VIVA. Pitsch, da SES World Skies, está confirmado como um dos debatedores em painel na manhã do primeiro dia do evento, ao lado de Délio Morais, da Hughes; Estevão Ghizoni, da Intelsat; Gustavo Silbert, da Star One; Nigel Gibson, da Telesat; e Sebastião do Rego Barros, da Hispamar. Para mais informações, acesse Eventos Converge Comunicações Fonte: Teletime
  5. Com o objetivo de apresentar as oportunidades de mercado e os desafios para o desenvolvimento da tecnologia da informação e telecomunicações – TIC – no Nordeste brasileiro, acontece no dia 7 de outubro, no Hotel Atlante Plaza, na cidade de Recife, o Fórum Nordeste Digital 2010. O evento incluirá palestras para um público profissional sobre os desafios dos CIOs na adoção de novas tecnologias; as tendências sobre sustentabilidade e datacenter “green”; as oportunidades de negócios propiciadas pela mobilidade; o cenário e desafios no desenvolvimento de software na região; o mercado de distribuição de produtos de TIC; tendências em SaaS – Software como Serviço, Cloud Computing e Virtualização; e o impacto da web 2.0, redes sociais e marketing digital sobre os negócios. Porto Digital Pernambuco conta com um dos maiores parques tecnológicos do Brasil,o Porto Digital, que desenvolve soluções de TIC, empregando cerca de quatro mil pessoas nas 130 instituições instaladas (entre empresas de tecnologia, institutos de pesquisa e serviços especializados). A soma do faturamento das empresas no último ano superou a casa de R$ 20 milhões Foi divulgado nessa quarta-feira, 21, um novo projeto junto às empresas embarcadas para mapear o perfil da oferta e demanda de qualificação profissional na área de Tecnologia da Informação (TI). Ele será promovido através de uma parceria com a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma), e executado com a contratação da empresa Datamétrica, também embarcada no Porto Digital e especializada em realização de grandes pesquisas. Além de mapear o perfil do capital humano presente nas empresas e a demanda por profissionais no Porto Digital, a pesquisa também entrevistará as instituições de ensino técnico e superior locais e estudantes de TI de forma a identificar a oferta de profissionais da área. Ao final do estudo, os resultados obtidos servirão de base para um programa de formação de capital humano, voltado especificamente às necessidades das empresas do Porto Digital. O Fórum é promovido pelas revistas TI Inside e Teletime, com organização e realização da Converge Comunicações em parceria com Facto Comunicação, de Recife. Mais informações e inscrições pelo site Eventos Converge Comunicações ou pelo 0800 7715028 Fonte: Teletime
  6. A Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) divulgou, nesta quarta-feira, 20, relatório trimestral no qual registra recorde no volume de migrações efetivadas de portabilidade numérica no Brasil. De acordo com a associação, que administra o serviço, foram 1,08 milhão de portabilidades numéricas efetivadas entre 1 de abril e 30 de junho. Nos mesmos três meses de 2009, 866 mil pedidos de migração de operadora com manutenção do número do telefone foram concluídos e, no primeiro trimestre deste ano, a ABR Telecom mostra que entre janeiro e março foram realizadas 1,02 milhão de efetivações de portabilidade numérica para telefones fixos e móveis. Eficiência Conforme levantamento da ABR Telecom, o índice de eficiência da portabilidade numérica no País foi de 93,77% no mês de junho último, o que representa um retrato do momento. De acordo com a entidade, a eficiência considera fatores como as solicitações prontas aguardando o agendamento, os pedidos em processamento dentro do prazo regulamentar, as desistências de portabilidade por parte do usuário e a apresentação de documentação conforme o modelo brasileiro determina. O cálculo simples, com base nos dados de migrações pedidas e concluídas não representa o atendimento à expectativa do usuário, nem a eficiência da portabilidade no Brasil. Comparação Ao comparar o segundo trimestre de 2010 com o primeiro, a ABR Telecom observou que o volume de efetivações concluídas foi maior no último período. No trimestre fechado em 30 de junho, as migrações realizadas foram 6,2% superiores às verificadas nos primeiros três meses do ano. Acumulado Até o dia 30 de junho, 5,5 milhões dos pedidos de portabilidade numérica foram concluídos, sendo 70% para usuários de telefones móveis e 30% para assinantes do serviço fixo. Fonte: Teletime
  7. Três entidades civis uniram-se nesta quarta-feira, 20, para encaminhar uma carta à Anatel pedindo a suspensão do processo de implantação de um novo código de área, o 10, na região metropolitana de São Paulo. As entidades de defesa do consumidor ProTeste e Indec Telecom, além da Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET) reclamam da falta de estudos que comprovem a urgência da duplicação dos DDDs em São Paulo e, especialmente, que detalhe os impactos econômicos, regulatórios e sociais da medida. A Anatel concluirá amanhã a consulta pública em que propõe a implantação do código 10 sobreposto ao atual DDD 11 na capital paulista. Segundo informações apresentadas na consulta, a medida é necessária para assegurar a continuidade das vendas de telefones celulares na região, uma vez que as combinações numéricas possíveis no DDD 11 estariam perto do fim. A projeção apresentada na análise é de que os números acabarão em novembro desse ano. Daí a proposta da Anatel de implantar o novo código até 31 de outubro de 2010. As entidades questionam o controle das linhas sem uso pelas operadoras - números em quarentena ou não habilitados. Para as associações, esse "estoque" poderia assegurar uma sobrevida para o comércio de chips em São Paulo, dando mais tempo para que uma solução de menor impacto para os consumidores seja encontrada. Na carta são apresentados questionamentos à diretoria da Anatel sobre a disponibilidade de números ainda não habilitados. A tese das entidades é que a agência reguladora pode estar executando a mudança "de forma açodada e sem os devidos elementos decisórios". "Embora a alteração do regime de numeração tenha sido apresentada como urgente pela Anatel, o certo é que não houve a disponibilização de qualquer estudo capaz de respaldar a alegada urgência", alegam os signatários da carta. Suspensão do processo Além de pedir que a Anatel responda às dúvidas sobre o estoque de números, as entidades solicitam que a agência suspenda completamente o processo de implantação "até que os devidos e imprescindíveis estudos de impacto regulatório sejam realizados, viabilizando a adoção de medidas definitivas e de caráter nacional". Apesar de não assinarem a carta outras entidades como Telcomp e Procon seriam favoráveis ao pedido apresentado pelas associações nesta quarta. As associações sugerem ainda que a Anatel acabe com o prazo de quarentena dos números da telefonia móvel usados por máquinas e modems e a migração de todos esses equipamentos para um novo lote numérico, que poderia utilizar uma identificação específica começando, inclusive, com caracteres especiais como "*" e "#". Outro apelo é que a agência exija a alocação dinâmica da numeração, exigindo que as empresas apenas atribuam os números no momento da habilitação da linha. Pelos cálculos da entidade, isso liberaria até 4,4 milhões de códigos para as operadoras. A prática atual das empresas é fixar os números nos chips expostos nos pontos de venda, mesmo que eles jamais sejam habilitados. Assim, existiriam números contados como "em uso", mas que na verdade estão disponíveis simplesmente porque os clientes não os habilitaram. Por fim, as associações pedem a redução do prazo de quarentena, hoje fixado em 180 dias. Durante esse tempo, as empresas são impedidas de revender códigos já utilizados por outros clientes como forma de proteger o consumidor do incômodo de receber ligações do antigo dono do telefone. Segundo os cálculos das entidades, cada mês de redução na quarentena significaria a liberação de 1 milhão de códigos para reabilitação. Fonte: Teletime
  8. A discussão sobre os novos formatos de conteúdos digitais e as novas plataformas e modelos de negócio da distribuição de vídeo será um dos destaques do Congresso ABTA 2010, que acontece entre os dias 10 a 12 de agosto, em São Paulo. O tema permeará várias das sessões e painéis, com apresentações de algumas das principais consultorias internacionais que analisam o tema e empresas atuantes nesse mercado. Entre os palestrantes internacionais, estão programadas apresentações de Marcel Fenez, global leader de entertainment & media da PriceWaterhouseCoopers, Steve Rudolph, head of digital media da McKinsey, além de palestra de Renato Improta, diretor executivo de mídias digitais da Accenture. Em uma sessão específica sobre novos formatos de distribuição de conteúdos digitais, o CEO da Canvas Tecnology, Ron Berryman, será uma das atrações. A Canvas é uma empresa do grupo News Corp criada a partir de uma divisão da Fox para desenvolver tecnologias de disribuição e gerenciamento de conteúdos digitais. Na mesma sessão, Tony Kelly, CEO da On Demand Group também falará sobre novas tecnologias e formatos de distribuição. A On Demand Group é uma das principais empresas de vídeo sob demanda e conteúdos para plataformas móveis do mundo. Mais informações sobre o Congresso ABTA 2010 estão disponíveis no site www.abta2010.com.br ou pelo telefone 0800 77 15 028. Fonte: Teletime
  9. FCC, órgão regulador do mercado de telecomunicações nos EUA, publicou esta semana o relatório periódico referente ao mercado de banda larga dos EUA. O estudo tem como objetivo orientar as políticas públicas para o setor, e esse ano tem uma importância ainda maior pois é a base para as ações que serão implementadas pelo National Broadband Plan, ou plano nacional de banda larga, anunciado em março. O relatório, chamado "Sixth Broadband Deployment Report", traz algumas conclusões e recomendações importantes. Primeiro, o estudo conclui que hoje há cerca de 24 milhões de norte-americanos em áreas em que não há a oferta de banda larga, e cerca de 80 milhões de pessoas que não assinam nenhum serviço de banda larga em suas casas. O estudo conclui que esses cidadãos não servidos são em geral de menor renda e vivem em localidades de menor poder aquisitivo e menor densidade demográfica, e que no ritmo atual do mercado eles não serão atendidos sem que haja ações regulatórias específicas. Outro aspecto interessante do estudo é que ele recomenda à FCC mudar o parâmetro do que seja banda larga. O padrão, diz o relatório, deve passar a ser uma conexão de 4 Mbps para downstream e 1 Mbps para upstream. esse número foi estabelecido como o mínimo necessário para dar conta de serviços de vídeo, VoIP, navegação e comunicação pela Internet. Fonte: Teletime
  10. No ano passado, a Anatel recebeu 17,7 mil reclamações de clientes sobre os serviços de internet em banda larga das operadoras, o que o coloca o serviço em terceiro lugar entre os mais queixas receberam. Na liderança da lista estão os serviços de telefonia móvel, com mais de 62 mil denúncias, seguido pela área de telefonia fixa, com mais de 49 mil. Os serviços de TV por assinatura ficaram na quarta posição, somando 5,3 mil reclamações em 2009. Desse modo, os serviços de telecomunicações registraram, no total, mais de 134 mil queixas dos consumidores no ano passado junto à agência reguladora. Para a telefonia móvel e a TV paga, os maiores problemas referem-se a erros na cobrança, enquanto que no caso da telefonia fixa e da banda larga, o maior número de queixas diz respeito a problemas no reparo. Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as demandas enviadas à Anatel precisam ser resolvidas individualmente, mas é fundamental que a agência regladora tenha uma perspectiva coletiva sobre esse conjunto de denúncias. "Diversos problemas individuais que se repetem são indício de que há uma violação sistemática de um direito ou uma norma por parte de uma empresa", alega Estela Guerrini, advogada do Idec.
  11. Não é novidade a tramitação tumultuada do PL 29/2007 na Câmara dos Deputados, um dos projetos mais controversos envolvendo o setor de telecomunicações, senão o mais polêmico. A proposta, que inicialmente visava apenas derrubar as barreiras legais para que as concessionárias de telefonia entrassem no mercado de TV a cabo, ganhou novo escopo ao longo dos três anos de discussão na Câmara dos Deputados e agora abrange também uma intricada política pública de fomento do audiovisual, que definitivamente não agrada a todos os segmentos afetados pelo projeto. Nesta semana, um recurso foi apresentado pelo deputado Régis Oliveira (PSC/SP) para que o PL 29 seja votado também pelo Plenário da Casa. A manobra, articulada pela Sky e pela Associação Brasileira dos Programadores de Televisão por Assinatura (ABPTA), já era aguardada. Ainda assim, a apresentação do recurso com 113 assinaturas reacendeu as disputas políticas que envolvem a matéria e ainda causa muita confusão aos não familiarizados com as peculiaridades do rito regimental da Câmara dos Deputados. A ala defensora do projeto já conseguiu convencer 39 deputados a retirarem suas assinaturas do recurso, que foi publicado nessa quinta-feira, 27, com 74 signatários válidos. Mas esta publicação não significa que o destino do PL 29 está selado para ir a Plenário. Para que se possa entender o funcionamento do recurso, algumas regras regimentais precisam ser esclarecidas. Confirmação Um Recurso nada mais é do que um instrumento classificado como "ordinário" para que os deputados peçam uma análise do pleno de parlamentares. Ele não serve apenas para levar projetos terminativos (como o PL 29) para o Plenário. Dúvidas sobre a regra regimental na tramitação de um projeto, por exemplo, podem virar objeto de recurso ao pleno, onde a maioria dos deputados dá a palavra final sobre o assunto discordante. Por ser uma matéria ordinária, o recurso também precisa cumprir o rito de qualquer matéria legislativa. Isso significa que, mesmo com o apoio de 74 deputados, a solicitação contida no recurso não tem efeito automático e precisa ser deliberada, como qualquer projeto ou requerimento, pelos deputados antes de ser realmente válido. Ou seja, as assinaturas valeram apenas para que o deputado Régis Oliveira pudesse entrar com o recurso, mas agora o pedido tem que ser votado no Plenário para que o PL 29 realmente passe pelo pleno. A regra do recurso Para um parlamentar apresentar um recurso são necessárias 52 assinaturas apoiando a iniciativa, o que corresponde a 10% do número de deputados mais um. Recursos sem o número mínimo de assinaturas sequer são recebidos pela Secretaria Geral da Mesa Diretora. No caso do pedido relacionado ao PL 29, Oliveira conseguiu mais do que o dobro do necessário: 113 signatários. Os parlamentares que assinam um recurso têm o direito de se "arrepender" e retirar suas assinaturas até a data de publicação. No caso do PL 29, os apoiadores do envio do projeto diretamente ao Senado Federal conseguiram convencer 39 deputados a cancelarem o apoio à iniciativa. Assim, a lista final publicada no Diário da Câmara dos Deputados ontem ficou com apenas 74 signatários, número ainda assim superior ao mínimo regimental. Votação do recurso Com a publicação, o recurso agora entra no regime de tramitação tradicional das matérias que irão a Plenário. Ele entra na "fila" de documentos ordinários, onde constam não só recursos, mas outros instrumentos legislativos como projetos de lei comuns, requerimentos, mensagens, etc. Para se ter uma ideia da dimensão da "fila", cerca de 100 recursos estão na frente do 438/2010, que pede a votação em Plenário do PL 29. Se forem contados apenas os projetos de lei aguardando análise do pleno, o número atinge impressionantes 1,2 mil. O recurso 438 ficará no fim desta fila de matérias, ou seja, com mais de mil propostas com prioridade de votação por terem chegado primeiro à Mesa Diretora. Ainda assim, há maneiras de a proposta "furar" essa fila. Uma delas é a apresentação de um requerimento de urgência, tal qual se faz com projetos. Esse requerimento de urgência também precisa ser votado pelo Plenário, mas esse tipo de documento não segue o rito tradicional na maior parte das vezes, sendo apreciado prioritariamente. Outra maneira é pedir prioridade, urgência ou antecipação da votação por meio de um acordo firmado pelo Colégio de Líderes. Essa estratégia exige um acordo das lideranças, uma vez que a Câmara dos Deputados tem por praxe passar à frente apenas projetos e propostas que já disponham de acordo firmado. Por ora, nenhuma das duas alternativas foi adotada para agilizar a análise do recurso. Retirada do recurso Por outro lado, há mais uma ferramenta para bloquear a vigência de um recurso. A manobra regimental consiste na apresentação de um "Requerimento de Retirada", mas essa alternativa tem suas peculiaridades quando se trata de um recurso ao Plenário. Os deputados contrários ao debate de um projeto no pleno devem convencer ao menos a metade mais um dos signatários do recurso a assinarem o requerimento de retirada. No caso o PL 29, os apoiadores do projeto precisam de 38 assinaturas para validar a estratégia. Mas vale frisar que essas assinaturas devem, necessariamente, ser de parlamentares que assinaram o pedido de recurso. O requerimento de retirada não tem um prazo fixo para ser apresentado. O prazo é o da votação do recurso. A lógica é simples: se o recurso for aprovado pela maioria dos deputados no Plenário, não faz sentido deliberar sobre um pedido de retirada, mesmo que seja dos apoiadores da iniciativa. Assim, os deputados têm até o dia da votação do recurso (ainda sem data por conta da longa fila) para se "arrepender". Depois da decisão do pleno não há mais o que se fazer e o PL 29 será cabalmente votado no Plenário da Câmara dos Deputados. Regime terminativo Toda a confusão sobre a votação ou não no Plenário do PL 29 só existe porque este é um projeto que tramita em regime "terminativo". Esse tipo de projeto tem votação conclusiva nas comissões da Câmara dos Deputados, ou seja, não passa pela análise do pleno cabendo apenas às áreas temáticas decidir o destino da matéria. Normalmente esse regime é aplicado a projetos técnicos, que podem tranquilamente ser avaliados pelos grupos temáticos, desafogando a pauta do Plenário. Mas, seguindo o princípio democrático, sempre é possível pedir que o pleno delibere sobre o assunto, utilizando-se de vários argumentos políticos: relevância para o país, controvérsia nas comissões (pareceres contraditórios) ou mesmo tensões políticas em torno das matérias. Para apresentar o recurso em si não é exigida uma justificativa clara, mas apenas a discordância sobre a análise conclusiva de qualquer uma das comissões. Redação final Caso a estratégia do recurso funcione, o PL 29 passará por uma votação comum no Plenário. Sempre é possível solicitar "urgência" ou "urgência urgentíssima", mas, em princípio, o projeto irá para o fim da fila de entrada na pauta, o que pode retardar em meses a sua votação. Uma vez votado, o pleno decidirá a redação final do projeto e o despachará ao Senado Federal. Para os parlamentares, apoiadores ou opositores do projeto, é certo que a votação em Plenário impedirá o encaminhamento ao Senado ainda em 2010. Caso a estratégia seja frustrada, com a apresentação de um requerimento de retirada, o PL 29 não seguirá automaticamente ao Senado como muitos pensam. Uma última etapa ainda precisa ser cumprida nas comissões antes do despacho aos senadores: a aprovação da redação final do projeto. Se a proposta não passar pelo Plenário, ela será devolvida à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), última área que analisou a matéria na Câmara. A CCJ então terá que compilar a redação final do projeto, considerando a tramitação nas demais comissões. O trabalho é relativamente simples e consiste em uma mera pro forma regimental. No entanto, exatamente por ser uma pro forma, há uma saga de prazos regimentais para a devolução do PL 29 da Mesa Diretora aos Avulsos e, depois, à CCJ para só então começar a compilação da redação final. A comissão tem o prazo de 10 sessões (conta-se as realizadas pelo Plenário) para finalizar o texto. Concluído o documento, ele passa por uma votação praticamente simbólica da redação. O tempo para a votação é de duas sessões, contadas a partir da publicação do texto ou da distribuição aos gabinetes, o que acontecer primeiro. Só então, o PL 29 será, de fato, encaminhado aos Avulsos novamente com destino ao Senado Federal. Essa jornada para a finalização do texto mostra que, mesmo o esforço para que o projeto siga ainda em 2010 para o Senado Federal pode ser frustrada com o simples fato de ter sido apresentado um recurso. Segundo técnicos da Câmara dos Deputados, a elaboração da redação final e a votação têm sido resolvidas rapidamente pela CCJ. Mas os deputados mais otimistas, que apostavam que o projeto poderia ser até mesmo votado pelo Senado neste ano, já não contam mais com essa tramitação veloz do projeto. A perspectiva agora é que, com ou sem Plenário, o PL 29 só retome concretamente sua tramitação em 2011. Fonte: Teletime
  12. O mais recente estudo a ser anunciado em breve pela Huawei sobre o mercado de banda larga móvel no Brasil mostrará uma redução contínua, nos últimos trimestres, do custo do modem 3G ao consumidor final. No entanto, na avaliação da empresa, é possível que uma simples redução das alíquotas de PIS/Cofins, como pretende o governo no Plano Nacional de Banda Larga, seja suficiente para trazer esses valores ainda mais para baixo de modo a permitir um modelo massivo de venda direta o consumidor, sem subsídio das operadoras. Segundo o estudo da Huawei, o preço médio do modem 3G ao consumidor no primeiro trimestre de 2010 foi de R$ 294, contra R$ 375 no final do ano passado e R$ 479 no meio de 2009. Segundo estimativas da Huawei, há no Brasil hoje um total de 3,2 milhões de modems 3G, dos quais 55% a fabricante estima terem sido produzidos por ela. Segundo Marcelo Motta, diretor de tecnologia a Huawei do Brasil, é possível que uma simples eliminação das alíquotas de PIS/Cofins acabe não ajudando muito em uma redução maior no valor dos modems porque acabaria compensando a retirarda dos subsídios praticados pelas operadoras. "O modelo mais eficiente é o que envolve a venda dos modems como parte de um pacote de serviço", diz. Para a Huawei, impostos como o imposto de importação e o ICMS pesam mais no preço final dos modems. A Huawei, explica Motta, costumava montar os modems 3G no Brasil até meados do ano passado, quando deixou de fazer sentido diante da redução de custos e escala internacional dos equipamentos importados. "Em função das políticas que possam ser adotadas pelo governo no Plano Nacional de Banda Larga, podemos rever essa posição", diz Motta. Outro levantamento importante que a Huawei deve anunciar em breve sobre o preço dos pacotes 3G. Segundo o levantamento da empresa, o Brasil tem o pacote de dados mais caro da América Latina, com uma média de R$ 69,90 por um plano com franquia de 500 Mb. O mesmo pacote custa em média R$ 54,32 no Chile, R$ 31,65 na Argentina e R$ 28,66 no México. Já para o pacote com franquia de 1 Gb o Brasil tem uma média de R$ 84,90, contra R$ 87,31 da Espanha, R$ 55 de Portugal e R$ 39,90 do Reino Unido. Nesses dois últimos países, a franquia é de 2 Gb e 3 Gb respectivamente. Segundo Motta, a explicação para o preço final dos pacotes no Brasil passa pela carga tributária e pelos elevados custos de construção de backhaul. Ainda assim, diz ele, 65% da cobertura de 3G estabelecida para 2013 já foi atingida pelas operadoras. A Huawei não tem como estratégia promover sua própria marca ao consumidor final. Na área de handsets, que não está entre as prioridades da empresa, os equipamentos são fabricados no modelo de OEM com a marca dos operadores clientes. Na área de modems 3G, as vendas são quase sempre feitas pelas operadoras em conjunto com os pacotes. Mas existe entre as operadoras brasileiras uma crescente pressão para que os fabricantes de handsets promovam suas próprias marcas junto ao usuário. "As operadoras no Brasil não querem ter celulares com marcas próprias, e por isso poderemos rever a nossa posição de não promover a marca Huawei junto ao cliente final". A Huawei chegou contratos no valor de US$ 30,3 bilhões em 2009, dos quais R$ 1,4 bilhão foram no Brasil. Em 2010 a estimativa da empresa é alcançar US$ 36 bilhões em contratos. Os mercados em que a fabricante mais cresceu em 2009 foram a China, com 58% de cresceimento, América do Norte (53%), Ásia-Pacífico (43%) e América Latina (25%). Na Europa, a epresa praticamente não cresceu em 2009. Fonte: Teletime
  13. O Ministério Público Federal em São Paulo remeteu na última terça-feira, 25, à Anatel um ofício de pedido de informações com 22 itens. As questões foram elaboradas pelo MPF após contribuições de consumidores e organizações da sociedade civil durante a consulta pública "Internet 3G, atendimento ao consumidor, qualidade, velocidade, continuidade do serviço, contrato e condições de oferta", realizada pela instituição entre 22 de março e 22 de abril. Veja abaixo os questionamentos que o MPF enviou à Anatel: a) quais parâmetros e indicadores tem a agência para avaliar a qualidade dos serviços de internet 3G; como e quando são feitas essas avaliações; se a Anatel acompanha os investimentos realizados e a estruturação do serviço de internet 3G; c) se existem ações e procedimentos da agência para acompanhar e controlar interrupções no serviço, quedas ou lentidões; se existem parâmetros na regulação para fixação, diagnóstico e delimitação desses problemas; se os prestadores devem informar o ocorrido quanto a isso; d) quais os direitos reconhecidos aos consumidores/usuários pela regulação; e) qual o conceito normativo/regulatório para 3G; f) qual o conceito normativo/regulatório para "banda larga"; se existem requisitos relativos à velocidade da transmissão de dados para o enquadramento como internet de banda larga; se existe classificação que permita distinguir o serviço oferecido conforme a velocidade de conexão alcançada; g) idem ao item "f", mas quanto ao conceito de "alta velocidade" e "conexão rápida"; h) se existem parâmetros e ações regulatórias para garantir a neutralidade da rede nos serviços 3G; i) quais controles e ações são adotados pela agência para garantir a vinculação das operadoras à oferta feita ou que o serviço prestado não será distinto do oferecido, promovido ou propagandeado; j) se no entendimento da agência, a operadora está vinculada à velocidade oferecida ou contratada; se existem margem de variação na velocidade; qual a responsabilidade das operadoras pela variação da velocidade de navegação na internet; se o não atendimento da velocidade contratada, pela regulação, implica em inadimplemento contratual; l) como é definida a velocidade contratada, se com base na velocidade máxima oferecida, na mínima obtida, ou por outro parâmetro; se existe parâmetro regulatório que relacione a capacidade da operadora a um limite na base de consumidores; m) qual o andamento dos procedimentos referidos no ofício relativo ao protocolo 53500.012060/2009; se existem outros procedimentos com relação ao descumprimento de obrigações no âmbito do 3G ademais dos referidos; n) quais medidas e procedimentos determina a regulação para garantia do direito dos consumidores do 3G, presentes ou potenciais, à informação - incluída as informações sobre área de cobertura, velocidade e suas variações geográficas e temporais, limites e restrições, preço, custo sobre serviços adicionais ou por qualquer modo não abrangidos pelo pacote adquirido; como controla e define a regulação as informações a serem prestadas pelas operadoras; o) se é permitida e em quais parâmetros a fidelização no âmbito dos serviços 3G; p) se é garantida ao consumidor e em quais termos a suspensão temporária do serviço; q) se existe conceito regulatório/normativo para "acesso ilimitado"; o que se entende por acesso ilimitado; se a operadora pode usar a expressão ainda que haja algum limite, de qualquer natureza; se a redução da velocidade ou bloqueio da conexão a partir de determinado volume de utilização impede o uso da expressão; r) se existe interferência regulatória de qualquer espécie no estabelecimento do preço pelo serviço de internet 3G; s) qual a atuação da ouvidoria da Anatel nas hipóteses de reclamações dos consumidores quanto aos serviços 3G; t) quais condições permitem o cancelamento pela operadora, sem consentimento do usuário, do serviço 3G; u) se existe obrigação regulatória de cobertura por parte das operadoras; se existem regiões, inclusive em municípios, não cobertas pelo 3G no Brasil; v) quais controles e ações são adotados pela agência para fiscalizar e garantir os direitos do consumidor do serviço 3G no que se refere ao atendimento do consumidor; x) qual a razão de ser o serviço de banda larga fixa sujeito às regras do Serviço de Comunicação Multimídia e o serviço 3G ser sujeito às regras do Serviço Móvel Pessoal. Fonte: TeleTime
  14. Eu achei mt boa esta nova atualização, diferente, inovadora, moderna. As novas ferramentas tb estão show de bola, e upload mt mais rapido!! Como sempre estamos caminhando no rumo certo. É isso ai PARABENS A TODOS e mt obrigado!!!!! smil42a4db08c3514
  15. A Apple anunciou nesta segunda-feira, 5, que foram vendidas 300 mil unidades do novo iPad no sábado, 3, dia do lançamento nos Estados Unidos. Neste número estão incluídos os tablet PCs vendidos nas lojas físicas, pela Internet e também os encomendados. Segundo a empresa, foram baixados mais de um milhão de aplicativos e cerca de 250 mil livros eletrônicos de sua loja virtual. Os dados foram computados desde o lançamento do iPad até a meia-noite do mesmo dia. De acordo com análise do fundo de investimentos Morgan Stanley, entre março e maio deste ano, parceiros de vendas da Apple estimam que vendas do novo tablet PC chegarão a 2,5 milhões de unidades. Seguindo a mesma projeção, o Morgan Stanley prevê que as vendas do iPad devem superar as 6 milhões de computadores até o fim do ano. iPad hackeado A corrida pelo iPad não ocorreu apenas na App Store. Em aproximadamente 24 horas a mesma equipe de hackers que quebrou a proteção do iPhone 3GS anunciou o jailbreake do iPad. Um vídeo publicado no Youtube no domingo, 4, e viralizado pelo Twitter, mostra como realizar o jailbreak no iPad e já indicava cerca de 116 mil exibições ao final da manhã desta segunda. Fonte: Teletime
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